Inês Simões explica rejeição histórica de Andrea: “Não foi bem interpretado pelo público”
A comentadora analisou a expulsão da cantora e não teve dúvidas: o envolvimento constante em conflitos ditou a sentença. Inês Simões comparou Andrea aos favoritos do público, como Rui Freitas e Noélia, concluindo que a ex-recruta polarizou opiniões: "Ou gostam muito ou não gostam nada".
No Diário da 1.ª Companhia desta segunda-feira, 9 de fevereiro, a análise à expulsão de Andrea dominou a mesa de comentadores, com Inês Simões a oferecer uma leitura pragmática sobre os motivos que levaram o público a rejeitar a cantora com uma percentagem expressiva.
A comentadora começou por estabelecer um termo de comparação com os “pesos pesados” do programa, notando que, ao contrário de figuras consensuais como Rui Freitas ou Noélia Pereira, Andrea nunca conseguiu conquistar uma base de apoio sólida devido à sua personalidade polarizadora.
“Existem aqui realmente alguns recrutas que acabam por ser mais gostados e mais queridos (…) Eu acho que no caso da Andrea, desta expulsão, eu acho que a Andrea acabava por nos despertar aqui algumas emoções, e as pessoas, das duas uma, ou gostam muito, ou não gostam nada”, começou por explicar Inês Simões.
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Para a comentadora, os resultados da votação foram o reflexo direto desta falta de empatia, agravada pela postura beligerante da ex-concorrente ao longo das semanas: “A Andrea estava sempre muito envolta em conflitos, em discussões (…) a Andrea acabava por estar ali, ou às vezes por dizer uma coisinha, ou outra, eu acho que isso não foi muito bem interpretado pelo público e atribuo esse motivo à saída”.
A apresentadora Marta Cardoso interveio para notar uma evolução na postura da cantora, sugerindo que a “Andrea dos últimos dias” já estava mais integrada e leve, “muito mais virada para o lado mais fun, a fazer brincadeiras com o Filipe, menos reativa a pequeninas coisas”. Inês Simões concordou, lamentando o timing tardio dessa mudança, pois “podiam ter feito uma dupla muito engraçada, o Filipe e a Andrea”.
No entanto, a apresentadora sublinhou que “os primeiros tempos marcaram” demasiado a narrativa da concorrente para que a redenção fosse possível.
Isabel Figueira encerrou o debate com uma teoria sobre a súbita acalmia de Andrea na reta final. Para a comentadora, a nomeação serviu de choque de realidade, levando a cantora a adotar uma estratégia de autopreservação para desfrutar da experiência militar antes do adeus provável. “Esta nomeação também mexeu com ela (…) Decidiu aproveitar isto porque era a última semana (…) e acho que a Andrea quis aproveitar a última semana sem conflitos, sem ser tão direta, deixar de ser um bocadinho ela, fechar um bocadinho os olhos a algumas coisas”, concluiu Isabel, destacando a gratidão visível no momento da saída.