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Instrutor Marques despe a farda no ‘Dois às 10’: “A minha mulher foi o meu maior suporte”

O temido instrutor da '1.ª Companhia' revelou o seu lado mais humano a Cristina Ferreira e Cláudio Ramos. Falou da filha de 10 anos, do sonho militar adiado e de como contém o riso perante as figuras de Filipe Delgado. Sobre Noélia, foi implacável: "Fala mais do que faz".

Bruno Marques, conhecido pelo público como o rigoroso Instrutor Marques da 1.ª Companhia, esteve esta manhã no programa Dois às 10 para uma conversa reveladora.

Longe da rigidez do quartel, o militar mostrou um lado desconhecido, falando abertamente sobre a sua vida privada, o percurso nas Forças Armadas e a dinâmica, por vezes hilariante, de lidar com famosos num contexto de instrução.

Apesar de manter uma postura de ferro no programa, Bruno Marques confessou que a sua base de estabilidade está em casa. Numa relação de longa data, o instrutor falou com carinho da companheira e da filha: “A minha companheira apoia-me incondicionalmente. Com tantos anos já de convívio… Ela foi o meu maior suporte. Quando eu me despedi, sendo formado na área, para ingressar nas Forças Armadas… ela foi a primeira a apoiar-me.”

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Marques revelou ainda ser pai de uma menina de 10 anos, que descreve como “a cópia integral da mãe na aparência, mas o interior é do pai”. Segundo o instrutor, a filha é “psicologicamente muito forte” e adora ver o pai na televisão, sendo que o feedback que lhe chega a casa tem sido extremamente positivo.

O percurso de Bruno Marques até à farda não foi linear. O instrutor confidenciou a Cristina Ferreira que tentou entrar para a Academia Militar aos 18 anos, mas não conseguiu. Seguiu a vida, licenciou-se em Contabilidade e Fiscalidade, mas o sonho permaneceu vivo.

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A oportunidade surgiu no limite da idade, aos 27 anos: “Não tive dúvidas. Despedi-me na hora, concorri e entrei”, contou. Serviu durante sete anos como paraquedista, uma experiência que descreve como “os melhores sete anos da vida”.

A saída, imposta pelo fim do contrato, deixou marcas: “Vivo meio desencantado com o facto de não poder fazer a vida profissional toda na área que gosto. O comboio já passou (…) mas a vida continua e há muitos desafios.”

Uma das grandes curiosidades do público é: como é que os instrutores não se riem? Marques admitiu que a vontade existe, especialmente com recrutas como Filipe Delgado, que descreve como “extraordinário, autêntico e genuíno“.

Ainda confidencia: “A única situação que eu possa relatar é mesmo o virar-me de costas. Mais uma vez, por respeito. Nós queremos incutir a disciplina.”

Os instrutores dormem na base e fazem refeições na mesma sala que os recrutas (embora em mesas separadas). Marques confessou que, pessoalmente, “apetece meter-se na conversa e ir na brincadeira”, mas o profissionalismo impera.

Destaca ainda o momento mais difícil é ver o sofrimento dos concorrentes, e ainda referiu que se comoveu quando viu Manuel Melo chorar de exaustão e quando ouve as histórias de vida difíceis, como a de Joana. “Sinceramente apetece dar uma palavra de conforto. Mas não pode acontecer”.

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