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Isabel Figueira emocionada com o fim da 1.ª Companhia: “Vou levar sempre no meu coração”

O rescaldo do discurso da instrutora Dina deixou o estúdio comovido. A comentadora confessou que este foi o programa que mais gostou de analisar e elogiou o regresso do formato 20 anos depois, devido às lições necessárias para o "mundo caótico" em que vivemos.

O rescaldo do emocionante discurso da instrutora Dina marcou a emissão de hoje do Diário da 1.ª Companhia.

Em estúdio, a apresentadora Marta Cardoso recebeu os comentadores Cândido Pereira, Isabel Figueira e Gonçalo Quinaz para uma reflexão profunda sobre o impacto psicológico destas sete semanas de isolamento e sobre as lições de vida que o formato militar da TVI deixou tanto aos concorrentes como ao público que acompanhou a aventura.

A conversa iniciou-se com a análise à vulnerabilidade demonstrada pelos recrutas nesta reta final. Marta Cardoso sublinhou o peso da experiência e o acumular de sentimentos, abrindo o debate com a seguinte observação: “Sete semanas passaram. Muita coisa deve ter passado nas cabeças e nos corações destes recrutas. E nesta fase, quando se faz quase que uma viagem por estas sete semanas, é quase inevitável que eles chorem…”.

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Isabel Figueira concordou e aproveitou para enaltecer a mensagem de empatia deixada pela instrutora na véspera, afirmando: “E não é só isso. Acho que as palavras aqui da instrutora Dina foram bonitas, foram certeiras. Tomara que elas estivessem muito presentes em todos nós, no nosso dia-a-dia. É verdade, os chocos que a vida nos vai dando, vai-nos tornando mais humildes. Não somos mais do que ninguém, não somos melhores do que ninguém. Somos iguais. E quando temos alguém que não faz tão bem as coisas como nós, é puxar-nos esse alguém para nós e ensiná-lo”.

O impacto destas palavras estendeu-se à realidade exterior, com Marta Cardoso a fazer um paralelismo direto com a toxicidade do mundo digital e das opiniões alheias. A apresentadora partilhou a parte da reflexão que mais a marcou: “É giro ouvir aqui, especialmente, ficou-me esta frase dela, e que no mundo onde as redes sociais estão tão presentes hoje em dia, me faz muito sentido, que é porquê que ouvimos tão pouco quem nos ama, e aquilo que alguém que não nos ama nos diz, nos afeta tanto, se é alguém que não tem essa importância toda”.

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Gonçalo Quinaz também se mostrou visivelmente tocado pelo balanço geral do programa e fez questão de elogiar a postura de todos os envolvidos, destacando que a televisão de entretenimento pode viver de bons exemplos: “Agradecer a todos os recrutas, sem exceção, o comportamento deles, a conduta, o exemplo que também eles foram, porque isto também era novo para eles, os instrutores, o nosso comandante. Acho que sem sombra de dúvida tivemos e assistimos a um formato muito enriquecedor, muito bonito, e onde fica provado que nem sempre é necessário o conflito ou a discórdia”.

A rematar a emissão, Isabel Figueira confessou que esta foi uma das suas experiências profissionais mais marcantes recentes. A comentadora elogiou a aposta da estação e concluiu com emoção: “Todos os reality shows ensinam-nos qualquer coisa, mas eu este vou levar sempre no meu coração. Foi dos que eu mais gostei, também sou uma novata, foi dos que eu mais gostei de comentar, porque aprendi tanto e trouxe tantas lições que eram tão necessárias no meio do mundo caótico que vivemos, que o que eu torno realmente um reality muito especial. E ainda bem que a TVI voltou a trazer este formato 20 anos depois, porque é realmente um formato que nós precisávamos também de ter durante 7 semanas”.

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