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Joana Diniz denuncia crime de violência psicológica após assumir namoro: “Sou um saco de boxe?”

Joana Diniz acusa o público e a imprensa de hipocrisia na "sororidade" e questiona quem será responsabilizado pela "maldade gratuita" de que é vítima: "Sou um saco de boxe?".

A relação de Joana Diniz com Pedro Prata, que foi confirmada após a nossa investigação exclusiva às publicações secretas do casal, desencadeou uma tempestade mediática que levou a empresária ao limite.

Cansada dos ataques constantes e do escrutínio público, a ribatejana utilizou as suas redes sociais para um desabafo contundente, onde acusou a sociedade de hipocrisia e seletividade no apoio às mulheres. Joana começou por notar que, nos últimos dias, tem visto “muitas bandeiras levantadas, bandeiras essas de sororidade”, mas lamentou que essa solidariedade feminina pareça ter um filtro, servindo apenas “para um público específico”.

Revoltada com a dualidade de critérios, a ex-concorrente da Casa dos Segredos decidiu levantar a sua própria voz contra o que classifica como um crime, questionando abertamente quem se irá “responsabilizar pela violência psicológica” que diz estar a receber gratuitamente, recusando ser tratada como “um saco de boxe onde vocês acham que podem dizer e fazer aquilo que quiserem sem sequer se darem ao trabalho de me questionar”.

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A empresária mostrou-se indignada com a falta de rigor e humanidade de quem comenta a sua vida, revelando que, até ao momento, não recebeu “nem um único telefonema” para esclarecer os factos antes de ser julgada na praça pública.

Assumindo-se perentoriamente como “uma vítima” das pessoas e da imprensa que alimentam a polémica, Joana Diniz fez questão de lembrar que já não é a miúda de 20 anos que o país conheceu na televisão. Hoje, aos 33 anos, “mulher feita, empresária, mãe, filha e nora”, sente que o seu estatuto pessoal e familiar é ignorado em prol do sensacionalismo, onde o que conta são “as views” e “os likes” à sua custa.

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Num tom sério e de aviso, Joana garantiu que em 14 anos de exposição pública “nunca leu tamanha barbaridade e nunca assistiu a tanta maldade gratuita como hoje”, terminando o vídeo com um apelo à responsabilidade coletiva e um lembrete de que “violência psicológica é crime”, exigindo que a tão aclamada sororidade também se aplique ao seu lado da história.

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