Joana Diniz reage a rumores de violência do novo namorado: “Dói ver quem eu gosto exposto com maldade”
A ex-concorrente da 'Casa dos Segredos' quebrou o silêncio sobre o passado de Pedro Prata. Admitindo que "já não vivia algo assim há muito tempo", Joana desvalorizou as polémicas e garantiu que não tem medo de "narrativas inventadas" ou julgamentos alheios.
Apenas dois dias depois de o Dioguinho ter revelado em primeira mão a identidade do novo amor de Joana Diniz, a ex-concorrente da Casa dos Segredos decidiu oficializar a relação e enfrentar, de cabeça erguida, a tempestade mediática que se formou.
Nas redes sociais, surgiram vários relatos e rumores de que Pedro Prata, o novo companheiro da ribatejana, teria tido alegados comportamentos violentos numa relação anterior.
Longe de se remeter ao silêncio ou de recuar, Joana Diniz assumiu o namoro e saiu em defesa do parceiro com um texto contundente, onde desvaloriza os erros pretéritos em prol do presente. “Se há coisas que jamais me vão incomodar, são os passados de cada um. O passado não define quem somos. Define, no máximo, o que já ultrapassámos”, escreveu.
Apesar da postura resoluta, Joana não escondeu que a exposição negativa do namorado a afeta emocionalmente, classificando os ataques como cruéis. “O que dói [e dói mesmo] é ver quem eu gosto exposto com tamanha maldade. Isso é duro”, desabafou.
Contudo, a cabeleireira fez questão de reafirmar a sua força de caráter e a intensidade do sentimento que a une a Pedro Prata, algo que, segundo a própria, é raro na sua vida: “Mas eu sou de pelo na venta. E confesso: já não vivia algo assim há muito tempo. Ainda assim, eu vivo. E vivo sem medo”.
Numa declaração de independência emocional, Joana Diniz explicou que, desde o ano passado, fez um pacto consigo mesma para ignorar “julgamentos“, “rótulos” e “narrativas inventadas“. O foco, garante, está exclusivamente na sua felicidade, independentemente da duração da relação. “Que seja por uma semana, por um mês, por um ano ou por uma vida inteira. O tempo não invalida a verdade do que se sente”, afirmou, concluindo com um aviso aos críticos: “Vivo sem pedir licença para amar. Vivo sem medo do que possam dizer. Vivo inteira, e isso ninguém me tira”.
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