Comentadoras da SIC Caras não acreditam na versão romântica da atriz e sugerem que o ambiente doméstico poderá estar degradado, forçando o afastamento da filha mais velha.
A análise do painel do “Passadeira Vermelha” atingiu o seu ponto mais crítico quando o tema se desviou da geografia para a psicologia educativa pois, a decisão de Luciana Abreu de colocar Lyonce Viiktorya num regime de internato no Porto, aos 15 anos, foi interpretada por Joana Latino não como um investimento no futuro, mas como uma confissão silenciosa de derrota no seio familiar.
A jornalista reagiu com visível desconforto à narrativa de Luciana, que descreve a escola como um local para a filha “se encontrar”, contrapondo que a verdadeira base de apoio e descoberta deveria ser o lar, ao qual Joana Latino foi implacável ao dissecar o comunicado da atriz, apontando o que considera ser uma “infantilização” da adolescente e uma tentativa de camuflar um regime rígido sob uma capa de felicidade internacional.
Para a comentadora, o uso de colégios internos como solução para conflitos de adolescência é um erro que pode comprometer para sempre a autoridade e o respeito dos progenitores “Quando estou a ler esta mensagem, vamos chamar assim, da Luciana, «fez amiguinhos» … quer dizer, a Lyonce não tem seis anos… Está num colégio interno que é no Porto, mas porque ela precisa de se encontrar, mas é um colégio disciplinador, é um colégio de alguma forma serve de prisão.”
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Ainda incrédula com a forma como a atriz comenta o assunto sobre a filha aos Midia, continuou: “Eu fiquei perturbadíssima a ler isto. Para já, eu não percebo esta questão dos colégios internos, não vejo que vantagem pedagógica é que isto tem. Mas repara numa coisa também, a adolescência é isso: regras, normas e disciplina, mas se tu como educador primário – pais, avós, família direta com quem a criança vive – resolvem o problema enviando para um colégio interno, o que é que tu estás a dizer? “Nós não conseguimos”. E portanto nunca vais ter o respeito do adolescente. Nada nesta história, para mim, faz sentido.”
Sofia Jardim acompanhou este raciocínio analítico, levantando uma hipótese ainda mais sombria: a de que o ambiente doméstico na casa de Luciana Abreu estaria de tal forma insustentável que o afastamento de Lyonce surgiu como a única via de fuga para a harmonia familiar.
Ao invés de ver a decisão como um “sacrifício” de uma mãe que quer o melhor ensino, as comentadoras sugeriram que poderá tratar-se de uma solução de conveniência para gerir uma jovem que, em plena fase de afirmação, poderá estar em rota de colisão com a estrutura da casa “Eu acho que às vezes isto também pode ser… Ou ela não se estava a sentir bem em casa, ou havia qualquer coisa em casa… A mim tem que ser mais por aí, porque não vejo outra razão para poder… (…) ela poderia, mesmo se fosse esse sacrifício de não ter a criança a semana toda em casa, chegava ao fim de semana e eu iria todos os fins de semana visitá-la, não é? Levava os outros filhos e ia ter com ela.”
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O debate encerrou com uma reflexão sobre a incoerência entre o que é dito e o que é praticado. Se Luciana afirma “contar os dias” e estar “doida” para ter a filha em casa, o painel questiona por que razão não existe um esforço real de proximidade física – como viagens semanais ou a escolha de uma instituição em Lisboa.
Para Joana Latino, a conclusão é clara: a forma como o processo está a ser comunicado causa mais confusão do que esclarecimento, sugerindo que existe uma cortina de fumo sobre as verdadeiras razões desta separação precoce.
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