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Joana Marques revela detalhes inéditos no tribunal com os cantores “Anjos”

Joana Marques quebra o silêncio sobre o processo "sem nexo" dos Anjos

Passados mais de cinco meses desde que foi absolvida da acusação de difamação movida por Nelson e Sérgio Rosado, Joana Marques abriu o “livro” sobre os bastidores do julgamento.

No podcast «Bate Pé», à conversa com Mafalda Castro e Rui Simões, a humorista recordou um cenário que, aos seus olhos, roçou o surrealismo e o entretenimento televisivo. O processo teve origem num vídeo da rubrica ‘Extremamente Desagradável’, da Rádio Renascença, onde Joana Marques analisou uma prestação dos Anjos ao vivo (o hino nacional no GP de Portugal de F1), algo que os cantores consideraram ofensivo para a sua honra.

No entanto, para Joana, a seriedade do tribunal contrastava com o ridículo da situação: “Acho que a parte menos divertida foi todo o aparato… O que me irritou mais nisto tudo é que era um vídeo muito básico… Nem considero aquilo trabalho“, explicou.

A radialista descreveu as longas horas de audiência como um teste à resistência, não só pelo tema, mas pelas condições do edifício “Estava um bocadinho [cansada], foram muitas horas. E estava muito calor. Não há uma ventoinha no tribunal de Lisboa. Mas eu vi sempre o lado mais divertido, parecia que estava dentro de um reality show“, confessou, entre risos.

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Um dos momentos mais caricatos partilhados por Joana Marques envolveu a sua própria defesa. Num ambiente onde o riso era proibido, a advogada da humorista não conseguiu conter uma reação, o que provocou a indignação imediata de um dos queixosos “Nunca ninguém se riu em tribunal. Houve um momento em que a minha advogada se riu e o Nelson [Rosado] disse logo: ‘Está-se a rir?’. E ela disse: ‘Peço imensa desculpa‘”, recordou Joana.

O caso foi também alvo de análise no programa «Passadeira Vermelha», onde os comentadores destacaram a capacidade de Joana em rentabilizar o infortúnio judicial. Hugo Mendes sublinhou que a humorista esteve “em laboratório a escrever o seu próprio espetáculo“, referindo-se a ‘Em Sede Própria’, onde o processo com os Anjos é um dos temas centrais.

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David Motta completou a ideia, afirmando que os artistas transformam tudo em proveito próprio: “Eles estavam sempre muito sérios e agora quando começar o espetáculo então… apertem os cintos“. No final, a consciência tranquila de Joana Marques prevaleceu sobre a tentativa dos Anjos em travar o humor, provando que, no tribunal da opinião pública, a comédia continua a ter a última palavra.

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