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José Castelo Branco é ‘ARRASADO’: “Incapacitado cerebral” a “ser ‘reptilíneo’ e asqueroso”

O "horror" de Castelo Branco e a fúria de Joana Latino

O socialite comparou as comentadoras da “Passadeira Vermelha” aos animais selvagens do e recebe resposta imediata.

O que começou como uma viagem de lazer ao Quénia transformou-se num novo capítulo da guerra aberta entre José Castelo Branco e os comentadores de social. Em entrevista a Tânia Laranjo, no programa “Doa a quem doer”, o ex-companheiro de Betty Grafstein traçou um paralelo entre a fauna de Nairobi e o painel da “Passadeira Vermelha”, apelidando as comentadoras de “horrorosas”. A reação não tardou e subiu de tom: Joana Latino não poupou nos adjetivos, classificando o socialite como um “ser reptilíneo”.

A paz do Parque Nacional de Nairobi foi interrompida pelo sarcasmo habitual de José Castelo Branco e, entre girafas e zebras, o socialite aproveitou a exposição mediática do Correio da Manhã para visar as “Marias coscuvelheiras” da televisão portuguesa “As daqui são giras, as da Passadeira são um horror“, disparou, num comentário que a apresentadora Liliana Campos fez questão de levar para a antena da SIC Caras, sublinhando que Castelo Branco decidiu comparar o painel aos animais que encontrou em África.

Se o socialite pretendia uma reação, obteve um manifesto de repúdio. Joana Latino, conhecida pela sua verve implacável, começou por dissecar a “superioridade” que Castelo Branco assume ter “É de alguém que, para além de não ser civilizado, é de alguém que não faz uso do cérebro de todo. É de alguém que tem uma incapacidade cerebral brutal e emocional, ainda mais porque nem sequer consegue ter empatia com alguém com a idade que a Betty tem“.

Para a comentadora, o comportamento de Castelo Branco no Quénia é apenas uma cortina de fumo para evitar a gravidade do processo judicial em que está envolvido por violência doméstica. Latino lembrou que, enquanto o socialite brinca com metáforas animais, existe uma mulher – Betty Grafstein – que “quer o divórcio e não consegue”.

O vernáculo endureceu quando a análise passou do caráter para a biologia “Se eu agora chamasse lagarto, porco, vaca, elefante, rinoceronte ao José Castelo Branco, éramos as pindéricas e caía o Carmo e a Trindade“, ironizou Latino, antes de desferir o golpe final: “Este ser reptilíneo, sem coluna vertebral, asqueroso, a que as pessoas dão atenção de uma forma que eu não consigo compreender (…), que continue a fazer o seu papel, mas que não se ache mais do que merecedor do esgoto“.

Numa tarde em que o “Passadeira Vermelha” abandonou a etiqueta habitual, ficou claro que a relação entre o socialite e o programa atravessou o ponto de não retorno. Entre a savana africana e os estúdios de Paço de Arcos, a civilidade parece ter ficado, definitivamente, pelo caminho.

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