Geral

Julio Iglesias livre de acusações, mas na mira da justiça por exploração laboral

O painel do canal V+ debateu a nova dor de cabeça do artista romântico. Pedro Capitão não acredita que o cantor arriscasse a sua reputação internacional, enquanto Guilherme Castelo Branco vê na nova queixa uma tentativa desesperada de o incriminar.

O programa da noite do V+ Fama debruçou-se sobre a mais recente reviravolta judicial na vida de Julio Iglesias.

Adriano Silva Martins abriu o tema anunciando que “o Ministério Público Espanhol arquivou a causa que tinham aberto por causa de alguns alegados abusos sexuais” a antigas funcionárias da sua casa na República Dominicana. No entanto, o apresentador avisou que a justiça espanhola “poderia abrir outra via de investigação”, focada agora em eventuais infrações laborais.

António Leal e Silva não poupou críticas à situação, associando o caso a manobras do executivo de Madrid. O socialite referiu que “há alguma especulação” na imprensa e atirou que, “de acordo com o governo espanhol, por ser socialista, não é um governo que veja como muito bom”.

Leia também: EXCLUSIVO! CALENDÁRIO OFICIAL. Sentença em Dezembro. Veja aqui as 8 DATAS do julgamento de Castelo Branco 

Para o comentador, a nova frente de investigação focada na contratação das empregadas dominicanas e no pagamento de impostos não passa de um ataque. Sem papas na língua, atirou um peremptório “acho isso uma fantuchada” e classificou as acusações financeiras como “um disparate”, defendendo que “os acordos entre as pessoas comerciais têm que ser feitos entre as pessoas e o Estado não tem nada que se estar a meter”.

Voltando às denúncias de foro íntimo que acabaram de cair por terra, António recordou os tempos em que conviveu com o cantor nos anos oitenta em Ibiza, para garantir que “o que não faltava aos Julio Iglesias era mulheres” e que ele “não tinha uma, ele tinha as que queria”. Como tal, o comentador concluiu que “não estou a ver que ele necessitasse andar a fazer coisas menos próprias ou em situações menos próprias”.

Leia também: Patrícia Palhares muda-se com os filhos e recebe elogios no V+ Fama: “Não se encostou a dinheiros”

O painel analisou de seguida a nova suspeita de exploração laboral e de horários abusivos. Pedro Capitão mostrou-se bastante cético em relação a estas alegações, confessando que “custa-me um bocadinho a acreditar que o Julio Iglesias, sendo a figura que é conhecida internacionalmente, que empregasse alguém” na sua própria casa correndo riscos desnecessários.

O ex-concorrente de reality shows defendeu que o artista espanhol estaria perfeitamente consciente de que, “se as coisas corressem mal, que poderia haver então esta fuga de informação e incriminá-lo”, rematando com toda a certeza que “este processo irá acabar por ser arquivado como foi o outro”.

Guilherme Castelo Branco tentou contextualizar a diferença de realidades económicas que pode estar na origem da nova polémica com o fisco e as trabalhadoras. O comentador explicou que “os ordenados lá [na República Dominicana] são completamente diferentes dos ordenados em Espanha” e que, ao trazer uma funcionária de fora, “o ordenado poderá ter alguma compensação, mas não vai aumentar em proporção para chegar ao ordenado de Espanha”.

Para o filho de José Castelo Branco, a tática das autoridades espanholas é evidente após o fracasso da queixa inicial. “Eu percebo o que é que isto está a ser feito, não é? Porque como não conseguiram pegar por um lado, vão tentar pegar por outro”, explicou, deixando um último aviso de que “agora vão ter que conseguir provar”.

Publicidade

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Botão Voltar ao Topo