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Julio Iglesias processa vice-presidente de Espanha e painel do V+ Fama divide-se: “Aproveitou para limpar a imagem”

Comentadores do V+ Fama analisam processo de Julio Iglesias contra a vice-presidente de Espanha. Guilherme Castelo Branco arrasa postura da ministra.

O programa V+ Fama analisou a mais recente polémica internacional que opõe o cantor Julio Iglesias à vice-presidente e ministra do Trabalho do governo espanhol, Yolanda Díaz.

O artista avançou com um processo por difamação contra a governante, após esta ter feito comentários nas redes sociais sobre as acusações de exploração laboral e abuso sexual que envolvem o cantor.

O apresentador Adriano Silva Martins enquadrou o tema, explicando que o processo por abuso sexual movido por duas ex-empregadas caiu por terra em Espanha devido à incompetência territorial do tribunal, restando apenas a investigação por exploração laboral.

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Guilherme Castelo Branco foi o primeiro a intervir e mostrou-se implacável com a postura da política: “Amizades ou inimizades à parte da cor política da senhora Yolanda Díaz, sendo uma ministra, eu acho que ela esteve muito mal em fazer uma publicação numa rede social. Eu acho que presunção de inocência é uma presunção que tem que haver até ao momento da decisão do tribunal e não pode vir um ministro fazer acusações”.

Cláudia Jacques sublinhou que a ministra tentou mostrar serviço na sua área governativa, mas acabou por dar um trunfo valioso à equipa de defesa do artista para abafar o escândalo original: “Ela, como ministra na área laboral, veio falar da escravatura ou do abuso na área laboral, porque quis dar voz a estas mulheres e mostrar que é uma pessoa ativa no seu departamento. Mas acabou por se expor um bocadinho demais. Sabemos que agora o Julio apanhou esta oportunidade de ganhar pontos. Porque a partir do momento em que não foi condenado em Espanha e esta vice-presidente faz estas insinuações, claro, é uma forma de limpar a imagem dele”.

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Com uma perspetiva bastante diferente dos colegas, Isabel Figueira saiu em defesa do propósito que motivou as declarações de Yolanda Díaz, desvalorizando a forma como a mensagem foi passada em prol de uma causa maior: “Eu acho que houve muitas mulheres durante muitos anos, e continua a haver, que não falam desses abusos laborais e assédios, entre outras coisas. A Yolanda pode não ter utilizado as palavras mais corretas, mas a intenção dela era levantar essa bandeira que está a ser levantada em toda a parte do mundo. Acho que o objetivo dela pode não ter sido escrito da melhor maneira, mas era, sem dúvida alguma, levantar uma bandeira que hoje em dia está em praça pública”.

Para encerrar o debate, Guilherme Castelo Branco reiterou que a causa de proteção das vítimas é indiscutível e unânime, mas deixou uma farpa final ao partido da governante espanhola devido a escândalos internos recentes: “Eu acho deplorável um ministro, ainda por cima de um partido em que também um dirigente do seu próprio partido está a ser investigado por coisas parecidas, andar a fazer este tipo de declarações. Arruma a tua casa. Uma pessoa com uma posição política deste caráter tem que ter mais cuidado”.

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