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Kiko is Hot ironiza com o regresso das terapias de conversão sexual: “Temos direito a baixa médica”

A solução caricata de Kiko is Hot para as terapias de conversão

O criador de conteúdos usou a ironia para criticar a ideia de que a orientação sexual possa ser tratada como uma patologia.

O tema das terapias de conversão sexual voltou à ordem do dia em Portugal após o testemunho impactante da atriz Inês Herédia, que confessou ter sido alvo destas práticas no passado. Entre reações de choque de comentadores e alertas de psicólogos como Filipa Torrinha, surgiu agora uma abordagem diferente: a de Francisco António Soares, conhecido digitalmente como ‘Kiko is Hot’.

Num vídeo publicado nas suas redes sociais, o influenciador optou pelo humor ácido e pelo sarcasmo para expor o absurdo de considerar a orientação sexual ou identidade de género como algo “curável”.

Com o seu estilo caraterístico, Kiko pediu “calma” a quem se tem revoltado e assinado petições contra a possível legalidade destas práticas, apresentando uma teoria irónica que rapidamente se tornou viral “Pensem comigo: se a terapia de conversão sexual for aprovada, o Estado está a dizer que ser LGBTQ é uma doença mental. Ou seja, nós somos doentes mentais. Se eles tiverem que admitir que nós somos doentes mentais, significa que nós temos direito a baixa médica e não temos que trabalhar porque somos doentes“, afirmou o influenciador em tom de brincadeira.

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Apesar do tom jocoso, a mensagem de Kiko is Hot carrega uma crítica mordaz à patologização da homossexualidade e, ao sugerir que todos os membros da comunidade deveriam “ligar para os trabalhos a dizer que estão doentes“, o criador de conteúdos sublinha o ridículo de se tentar legislar sobre algo que a ciência e os direitos humanos já determinaram não ser uma doença.

Eu acho que é ótimo. Eu acho que as terapias de conversão deviam ser legais e eu acho que nós todos devíamos ligar para os nossos trabalhos“, rematou, utilizando o absurdo para evidenciar o retrocesso que tal medida representaria para a sociedade portuguesa.

Esta reação surge num momento de grande sensibilidade, onde figuras públicas e especialistas têm unido esforços para garantir que Portugal não retrocede na proteção dos direitos fundamentais da comunidade LGBTQ+.

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