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Kina revela plástica recente para não cumprir regras na 1.ª Companhia: “Tenho as cicatrizes visíveis”

A recruta foi confrontada pelo instrutor e acabou por confessar a verdade. Fez um lifting há dois meses e recusa apanhar o cabelo para não mostrar as marcas: "Não quero dar armas às inimigas".

A recusa constante de Kina em apanhar o cabelo tem sido um dos principais focos de tensão na “1.ª Companhia”, gerando desconforto junto dos instrutores que exigem rigor na apresentação e segurança militar.

Pressionada a justificar a sua aparente rebeldia, a recruta acabou por “abrir o jogo”, revelando que a questão estética esconde, na verdade, uma recuperação cirúrgica recente e o medo do julgamento público: “Eu fui operada, há dois meses fiz um lifting, eu tenho as cicatrizes ainda todas visíveis, está-me a nascer no cabelo. Como você deve saber, eu sou uma figura pública, as minhas seguidoras apoiam e estão ali. E tenho aquelas que nos destroçam. Eu não quero dar armas às inimigas de uma coisa que eu fiz agora, que ainda não está composto”, confessou Kina, explicando que a exposição das marcas seria prejudicial para a sua imagem.

A concorrente reforçou que a sua insegurança não é um mero capricho, mas sim uma forma de autoproteção contra os comentários maldosos e a análise minuciosa que é feita nas redes sociais: “Quando eu apanho o cabelo vê-se as cicatrizes todas e eu não me sinto bem. Eu até posso fazer trancinhas e disfarçar, mas apanhar, como você quer e como eu gostaria, ainda não posso. Eu estou aqui com uma mensagem: eu queria estar com orgulho e não queria estar a que comecem a escrever coisas sobre mim”, acrescentou, tentando sensibilizar a chefia para a sua condição de figura mediática em recuperação.

Perante a justificação honesta, o instrutor manteve a firmeza quanto à necessidade de cumprir regras, focando-se não na estética, mas na integridade física da recruta, acabando por sugerir uma alternativa viável: “Eu já percebi os seus motivos, mas da melhor maneira que você conseguir era possível, pode estar assim caído, mas dentro do gorro. Porquê? Vai haver muita instrução e por uma questão de segurança”, ordenou o militar.

O compromisso foi aceite de imediato por Kina, que garantiu cumprir a ordem desde que pudesse manter as cicatrizes tapadas: “Pode estar seguro que eu vou fazer, mas vou utilizar o gorro”.

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