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Liliana Filipa quebra o silêncio quatro meses após separação e recusa amizade com o Daniel Gregório

A traição do ex-companheiro numa discoteca algarvia ditou o fim da história de amor. A criadora de conteúdos admite ter sofrido com o encerramento do ciclo.

Quatro meses após o final do relacionamento com Daniel Gregório, motivado por uma traição do ex-companheiro numa discoteca algarvia, Liliana Filipa quebrou o silêncio sobre o doloroso processo de separação.

A empresária abordou o tema no seu podcast Porque Ela Pod, recebendo a influenciadora Vicky Campelo para debater os desafios de reconstruir a rotina após o término de uma relação longa.

A antiga participante do formato da TVI Casa dos Segredos, começou por rejeitar a ideia de manter uma proximidade imediata com o antigo parceiro, defendendo que os sentimentos demoram a desaparecer do coração de ambos: “Eu também não concordo ficar amiga do ‘ex’ porque acho que isso nunca funciona porque ainda há amor. O amor não vai embora logo, a amizade não vai embora logo”.

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Vicky Campelo aproveitou o assunto para explicar que muitos namoros terminam por simples incompatibilidade de crescimento e sem um evento trágico associado, mas Liliana Filipa assumiu que, no seu caso, existiu um arrastar da situação para proteger o bem-estar de Ariel e Santi: “Exato, isso acho que foi o meu erro: foi não perceber. Não, quando mete filhos a coisa é super diferente porque aí já não pensas só sobre ti, pensas sobre a imagem da família, pensas sobre o melhor para as crianças”.

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A criadora de conteúdos digitais sublinhou a dificuldade de destruir uma estrutura cimentada ao longo de anos e detalhou o peso psicológico do luto amoroso, garantindo que a pessoa que toma a iniciativa de avançar com o término também chora: “As pessoas não têm noção: ao início é sempre mau, não há aquela coisa ‘vamos ser amigos’ e por mais que sejamos nós a ter essa vontade e ter essa atitude, nós também choramos. Nós também sofremos mesmo que a atitude parta de nós”.

O encerramento deste longo ciclo de vida trouxe desafios práticos para a gestão do dia a dia, com a figura pública a apontar a alteração drástica de hábitos como a fase mais dura de ultrapassar: “Eu costumo dizer que dentro de uma vida há várias vidas e é um ciclo que se fecha. E depois vem a parte do luto, a parte mais difícil que eu acho que é habituares-te a estar sem aquela pessoa na tua vida”.

A reflexão conjunta culminou com um desabafo honesto sobre o sentimento de responsabilidade que muitas vezes assombra quem decide colocar um ponto final na história partilhada: “Estás a fazer o luto de uma pessoa que existe e sentes-te culpada por estares a tirá-la da tua vida”.

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