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Luiza Abreu despreza críticas à relação com o cavaleiro: “Damos a importância que tem, que é nenhuma”

Cristina Ferreira confrontou o casal com o ceticismo do público, que dizia que a relação "não ia dar em nada". Luiza Abreu garantiu que dá "importância nenhuma" às opiniões alheias e o cavaleiro explicou como gere a "vida fictícia" das revistas.

Ainda no seguimento da emotiva entrevista no Dois às 10 desta quinta-feira, 29 de janeiro, Cristina Ferreira não quis deixar passar em claro o escrutínio público de que o casal tem sido alvo.

A apresentadora lançou uma provocação sobre as “más línguas” que, desde o início, vaticinaram que o romance entre João Moura Caetano e Luiza Abreu “não ia dar em nada”.

Confrontada com o ceticismo alheio, Luiza Abreu foi perentória e pragmática na resposta, desvalorizando totalmente os comentários externos: “Essas opiniões a gente dá a importância que tem, que é nenhuma”.

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João Moura Caetano, por sua vez, explicou que a sua postura perante a fama o ajuda a manter a sanidade mental. O cavaleiro distingue claramente a realidade do ruído mediático: “Acho que temos uma grande sorte, eu falo por mim, mas a Luiza também, é que temos muito fair play e sou muito tranquilo. Eu sou muito tranquilo nisso, nunca liguei muito a esse tipo de opinião. Vives a tua vida. Acho que é a vida, a vida real é a que conta. E depois há tal vida meio fictícia.”

Cristina Ferreira insistiu, perguntando se as notícias falsas não chegam a enervar, ao que João admitiu que sim, mas apenas por breves instantes: “Quando se fala coisas que não são verdade, ninguém gosta. Mas é um não gostar momentâneo. Passado cinco minutos já estou a pensar naquilo que tenho que fazer na vida real e naquilo que está a acontecer nos negócios e nas corridas. Isso é que conta. Passa logo ao fim de cinco minutos essa irritação.”

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Mas claro, que o Cláudio Ramos, curioso sobre as origens do romance entre duas pessoas de mundos aparentemente diferentes, perguntou diretamente: “Como é que se conheceram?”. Luiza Abreu levantou a ponta do véu, revelando que o cupido não agiu em território nacional: “O que nós podemos, assim, regular melhor para que consigam entender, é que não foi cá em Portugal. Foi fora do país que a gente se encontrou. E pronto.”

Sobre o que sentiu nesse primeiro contacto, João Moura Caetano explicou que não foi uma paixão avassaladora imediata, mas sim um interesse genuíno pela personalidade da irmã de Luciana Abreu: “Senti primeiro uma curiosidade grande de conhecer a Luiza como pessoa. Despertou essa curiosidade porque pareceu uma pessoa muito boa. E isso em mim desperta a minha curiosidade e foi assim que continuei a conhecê-la.”

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