Em entrevista exclusiva, o empresário abordou a gestão familiar após a rutura e destacou a boa relação com a ex-companheira e o carinho que mantém pelo filho de Carolina Pinto.
Marco Costa marcou presença no programa Dois às 10 para uma conversa franca com Cristina Ferreira e Cláudio Ramos. O empresário, que recentemente viu a sua vida pessoal exposta devido à separação de Carolina Pinto, abriu o coração sobre o desafio de reconstruir a sua rotina longe da filha de três anos, Maria Emília.
Questionado sobre a dor de ver o sonho da família unida desmoronar-se, o pasteleiro assumiu o impacto emocional da decisão, mas manteve a sua postura prática perante a vida: “Dói, custa sempre, mas cada fim tem um novo recomeço, e cada vez que as coisas acabam há sempre uma nova oportunidade de recomeçar. Se é para o melhor para todos, não fico a bater muito no assunto. Para mim saúde é problemas. Se não tenho problemas de saúde, não tenho problemas, tenho coisas a resolver“.
Um dos pontos mais sensíveis da entrevista foi a gestão da custódia e a saudade diária que sente da pequena Maria Emília, confessando que a adaptação às duas casas ainda é um processo em curso: “Ainda hoje, o que me custa mais é não ter a minha filha na cama comigo todos os dias. Ela está feliz na minha casa, está feliz na casa da mãe, que é uma super mãe. Não fosse a Carolina a super mãe que é, eu queria a miúda sempre só para mim“.
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Marco Costa aproveitou para clarificar que a separação do casal não significa um corte com as famílias alargadas e recordou a sua relação passada com Vanessa Martins para exemplificar como mantém os laços de amizade com os ex-sogros: “Eu ainda hoje falo muitas vezes com o pai da Vanessa. E já passou a Vanessa, já passou há muito tempo. E eu adoro o senhor Jorge, a dona Carla vai ser sempre a avó da minha filha. Ela não é a mãe da minha ex-companheira, ela é a avó da minha filha“.
A conversa estendeu-se ao papel de Marco enquanto figura paterna para Vicente, filho de Carolina Pinto, com quem viveu durante cinco anos. O empresário sublinhou a necessidade de proteger o bem-estar da criança neste período de transição: “Eu fui mais pai do coração do Vicente do que sou pai da minha filha. É normal. O Vicente sente muito mais do que a Maria Emília. Há um maior cuidado agora para proteger uma criança que já anda na escola e que já tem perguntas“.
A encerrar o tema, Marco Costa desvalorizou as críticas e os comentários que surgem na imprensa e nas redes sociais, afirmando que a sua paz interior é a prioridade absoluta: “A opinião das pessoas não passa só da opinião delas. Não me iludo nem com mil elogios, nem vou abaixo com cinquenta mil críticas. Eu acredito que não existem opiniões estúpidas. Existem estúpidos que opinam“.
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