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Margarida Bakker pressionada por ser “filha de”? V+ Fama compara caso com filho de Ronaldo

O painel analisou as vantagens e desvantagens de ter pais estrelas. Isabel Figueira acredita que o talento prevalece, mas o grupo concorda que a cobrança é desumana, pedindo que deixem os jovens, como o filho de CR7, seguir os seus sonhos sem comparações constantes.

O recente desabafo de Margarida Bakker sobre o peso de ser filha de Alexandra Lencastre foi dissecado no programa V+ Fama, com o painel a não poupar nas palavras para descrever a mentalidade portuguesa.

O apresentador Adriano Silva Martins lançou o mote, afirmando que “ser filho de famoso às vezes pode pesar”, o que levou António Leal e Silva a uma análise pragmática, mas dura. O comentador admitiu que não vale a pena ser hipócrita, pois “as portas abrem-se com um bocadinho mais de facilidade”, mas garantiu que o reverso da medalha é o escrutínio público movido por um sentimento feio: “Chama-se inveja”.

Para António, quando Margarida conquista um papel, “nunca se fala de mérito, nunca se fala de talento”, apenas do apelido, porque “cá fora, como ninguém foi ao casting com ela”, o público assume logo que foi favorecimento.

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Marta Aragão Pinto mostrou-se igualmente indignada, classificando este estigma como “gravíssimo” e muito “ingrato para uma filha de duas pessoas conhecidas”. A comentadora sublinhou que, em Portugal, estes jovens “têm que provar o triplo do que todas as outras” para serem levados a sério. Para ilustrar a diferença de mentalidades, Marta usou o exemplo da protagonista da série Emily in Paris: “Ela é filha do Phil Collins. Ninguém sabe isto. Não é tema. A filha de Alexandra Lencastre é falada porque é filha de Alexandra Lencastre”.

O debate estendeu-se ao filho de Cristiano Ronaldo, com o painel a defender que a pressão é desmedida. “Deixem o miúdo ser ele próprio. Não o comparem com o Cristiano”, pediu Marta Aragão Pinto.

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A rematar a conversa, António Leal e Silva deixou um recado direto aos críticos de bancada que não conhecem a realidade dos bastidores. “A pessoa não tem nada a ver com se meter na vida uns dos outros”, atirou o socialite, recorrendo a um ditado popular para encerrar o assunto: “Quem está no convento tem que saber o que lá vai dentro”.

O apelo final foi para que o público deixe “as pessoas serem felizes” e que cada um viva a sua vida sem destilar ódio sobre as conquistas alheias, sejam elas de filhos de famosos ou não.

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