O programa V+ Fama desta sexta-feira, 6 de fevereiro, trouxe a público os dias de angústia vividos por Margarida Corceiro, que tem sido alvo de graves ameaças de morte através das redes sociais.
Adriano Silva Martins revelou que, para tentar superar esta “semana intensa” e assustadora, a atriz procurou refúgio no seu círculo mais próximo, tendo sido fotografada numa ida ao cinema com o ator João Jesus e num jantar com a cantora April Ivy.
Pedro Capitão analisou a fragilidade emocional da estrela da TVI perante a violência digital, sublinhando a importância vital deste sistema de apoio: “De facto é nestas alturas que nós vemos quem são os nossos (…) Acabou por se refugiar aqui nos amigos e (…) abstrair aqui um bocadinho desta situação que é de facto preocupante”. O comentador alertou ainda que, embora o cinema e os jantares sirvam de distração, a incerteza sobre se estas ameaças são isoladas ou o início de algo pior permanece.
Guilherme Castelo Branco assumiu uma postura mais dura e reivindicativa, considerando que a atitude de Margarida ao denunciar o caso publicamente deve ser vista como um exemplo a seguir por outras figuras públicas.
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O comentador condenou veementemente a impunidade que se vive online, classificando os ataques como atos criminosos que não podem ser normalizados: “Acho que é muito importante o trabalho que ela está a fazer, de estar a divulgar este tipo de coisas (…) Ameaças de morte é totalmente inaceitável (…) É um serviço público que a Margarida Corceiro está a fazer”. Guilherme defendeu ainda a necessidade urgente de legislar sobre os perfis falsos para que existam “consequências legais” reais para quem está por detrás do ecrã.
A encerrar o debate, Cláudia Jacques estabeleceu um paralelo com o caso de Helena Laureano, debatido no dia anterior, para ilustrar a toxicidade transversal das redes sociais, que atacam tanto pela idade como pela juventude e beleza.
A socialite mostrou-se preocupada com a escalada de ódio, avisando que o perigo pode extravasar o mundo virtual: “Há que legislar mais ainda toda esta situação (…) porque há pessoas muito loucas, muito doidas, que fazem estas ameaças e muitas vezes podem realmente tentar fazer mal às pessoas (…) O caso da Margarida Corceiro, que é dita que é uma das mulheres mais bonitas de Portugal (…) atacam de uma outra forma”.