Maria Sampaio e Gonçalo Cabral oficialmente divorciados. Detalhes novos e exclusivos no V+ Fama
Guilherme Castelo Branco revelou no V+ Fama que o processo está concluído. A atriz considera o momento "libertador" e, apesar de ficar com a filha, garante que Gonçalo Cabral continuará a ser um pai "muito presente" e em quem confia plenamente.
O programa “V+ Fama” desta quarta-feira, 14 de janeiro, trouxe revelações exclusivas sobre o estado civil de Maria Sampaio.
Adriano Silva Martins confirmou que a atriz é oficialmente uma mulher divorciada de Gonçalo Cabral e o painel de comentadores avançou com os detalhes sobre como ficou decidido o futuro da filha do casal, Caetana.
Guilherme Castelo Branco, que esteve em contacto direto com a atriz, confirmou a veracidade da notícia e partilhou o estado de espírito de Maria Sampaio, que encara este desfecho como um virar de página necessário, apesar da fase de luto natural pelo fim da relação: “É verdade, eu ontem falei com a Maria não especificamente sobre o divórcio, eu sei que está concluído, portanto é realmente que esta notícia é verídica. Como ela disse na própria notícia que é uma situação libertadora, diz que quero que o marido, portanto, estou ali numa fase, como se chama, fase do nojo, deve ter havido ali um certo satirista, que ela fez alguns vídeos que nós também tivemos aqui a comentar, mas neste momento diz que quer que o ex-marido seja feliz”, revelou o comentador.
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Uma das questões centrais deste processo era a regulação das responsabilidades parentais. Guilherme Castelo Branco explicou que esse ponto sensível foi tratado com maturidade e que ficou estipulado que a mãe ficará com a guarda principal, sem que isso afaste o pai da vida da criança.
“Ele já tem as responsabilidades parentais resolvidas, ficou decidido que a Maria ia ficar com a guarda da Caetana, mas que o marido continuaria a ser bastante presente, e ele, como cuidador, ela diz que confia plenamente, pelo menos nessa questão. Ok, ou seja, aquele pai foi sempre um maravilhoso pai. É exemplar e vai continuar a ser e vai continuar a ser presente”, assegurou Guilherme.
Isabel Figueira, que conhece a atriz há muitos anos e acompanhou o processo desde o início, recordou a tristeza inicial de Maria Sampaio e contextualizou a forma como ela usou o humor e as redes sociais para lidar com a dor, algo que por vezes foi mal interpretado.
“Quando nós demos aqui a notícia, era uma notícia que eu não queria dar, porque eu gosto muito dos dois, tenho a certeza que eles vão conseguir com o tempo e com as mágoas acertar estes pontos menos bons que se passaram na relação. A Maria tem uma coisa que é uma mulher extremamente compreensiva e que, obviamente, demora o seu tempo a cuidar das suas dores e tenho a certeza que após este divórcio, que era uma coisa que ela não queria na altura, não queria ter passado pelas coisas que passaram na altura, com o tempo vai com certeza vão alinhar em prol de um bem maior que é a filhinha que eles têm”, afirmou Isabel.
A comentadora acrescentou ainda sobre os vídeos polémicos: “Não levem muito a mal às vezes os vídeos que a Maria faz porque a Maria é mesmo esta pessoa. É o sentido de humor dela, engraçado à maneira dela, muitas vezes brincar com a tristeza e ela na altura não era bem as indiretas que ela queria mandar. Ela estava a jogar, a brincar, se pode assim chamar, com a tristeza que ela estava a viver na altura”.
António Leal e Silva aproveitou o momento para fazer um apelo sobre a importância de colocar as crianças acima de qualquer conflito conjugal, explicando também o conceito de “período de nojo” mencionado anteriormente.
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“Eles agora têm que se entender, têm que ter como principal foco o superior interesse da criança e é isso que eu acho que os casais todos, sem exceção, devem ter sempre em consideração. O período de nojo é o tempo que se dá ou o tempo que a pessoa demora… se eles têm este período têm que se entender e não é só eles, eles e todos os casais sempre tendem quanto ao superior interesse das crianças. Acabou, isso acontece nas melhores famílias, em todo o lado“, defendeu o comentador.
António foi perentório ao condenar qualquer tentativa de usar os filhos como arma de arremesso numa separação, alertando para os perigos da alienação parental: “Não usem as crianças, nunca usem os filhos numa separação, é um erro gigante, que é alienação parental, que é uma coisa que já é punida por lei e graças a Deus que foi, que é punida a alienação parental, é horrível”, concluiu.