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Maria Vieira acusa Herman José de humilhação e diz que foi a sua “sorte grande” bater com a porta

Numa conversa sem filtros, a "Parrachita" explicou porque cortou relações com o antigo colega. Farta de ser empurrada entre a produção e o apresentador, Maria garantiu que a sua saída lhe abriu as portas do Brasil.

Maria Vieira, a atriz que se tem mantido afastada da televisão generalista devido às suas polémicas opiniões políticas, foi a convidada de Flávio Furtado no seu projeto digital The Leite Show.

Numa conversa rara e explosiva, a artista não deixou nada por dizer, começando por abordar o fim abrupto da sua longa parceria profissional com Herman José.

A atriz recordou os tempos do programa Hora H e o momento exato em que decidiu virar as costas ao formato. Segundo Maria Vieira, a exigência física e cómica de uma das suas personagens tornou-se insustentável e ofensiva para a sua dignidade.

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“Chegou uma altura que eu falava com o Herman e dizia-lhe, tira-me do chão que o público não está a gostar. Eu não gosto. Não me sinto bem. Até chega a ser humilhante para mim. Portanto, tira-me do chão”, revelou a atriz, explicando que se sentiu uma bola de pingue-pongue entre o apresentador e a equipa de guionistas das Produções Fictícias.

A gota de água deu-se num dia de gravações em que, ao receber o guião à última da hora, percebeu que os seus pedidos tinham sido ignorados. Maria Vieira descreveu a sua reação intempestiva ao ver que o papel exigia novamente que ela fosse para o chão.

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“Quando vi que estava no chão… Desculpe Herman, mas é assim. Eu avisei-te várias vezes. Avisei também as produções fictícias. Estão a gozar comigo. Estão a brincar comigo. Hoje só me deito na minha cama”, atirou a atriz, confirmando que se veio embora e nunca mais voltou.

Longe de ver este episódio como um fracasso, Maria Vieira considera que foi o melhor que lhe podia ter acontecido. “Afastei-me mesmo. E foi a minha sorte grande”, garantiu, explicando que foi essa rutura que lhe permitiu “fartar-se de trabalhar no Brasil”, onde integrou o elenco de duas novelas e dois seriados.

A conversa com Flávio Furtado tocou também na ferida aberta do seu afastamento mediático em Portugal. A atriz começou por elogiar a “coragem” do apresentador em convidá-la, ciente de que é “cancelada pelo meio da comunicação social”.

Flávio Furtado justificou o convite com a sua liberdade editorial, afirmando que preparou a sua vida para não depender de ninguém. “Não compreendo pessoas que têm de se vergar porque precisam de sobreviver”, atirou o comunicador. Maria concordou, admitindo que no passado também se vergou e “engoliu sapos” para ganhar a vida, mas que isso acabou.

Quando questionada sobre se tem noção de que há pessoas que mudam de canal quando a veem, Maria Vieira respondeu com a sua habitual acidez, lembrando que o boicote é anterior à reação do público. “Eles agora também não me veem na televisão (…) Isso não acontece porque eu não apareço. Eles não me convidaram”, retorquiu.

A atriz reafirmou a sua tese de perseguição ideológica, garantindo que o seu desaparecimento dos ecrãs nacionais tem uma motivação política clara. “Fui cancelada desde que assumi ser uma mulher conservadora e de direita”, concluiu.

O DIOGUINHO contactou o Herman José, que nos referiu em primeira mão que não irá comentar nada a ver com a Maria Vieira, algo que tem sido habitual da sua parte quando são intervenções da sua antiga colega de trabalho.

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