
Catarina Furtado voltou a ser tema de destaque na emissão desta quinta-feira do V+ Fama, na sequência do escândalo que protagonizou no dia das eleições.
O apresentador Adriano Silva Martins abriu o debate a recordar que o rosto da estação pública está a braços com um processo pesado na Comissão Nacional de Eleições, motivado por um vídeo partilhado nas suas redes sociais: “Catarina Furtado foi alvo de 75 queixas por alegada propaganda eleitoral. Fez um vídeo no próprio dia das eleições no qual pedia aos eleitores que tinham que escolher entre a democracia ou aqueles que não eram assim tão democratas”.
A polémica subiu de tom quando a comunicadora foi confrontada pelo jornalista Ivan Costa Silva, da Selfie, optando por fugir ao assunto de forma sobranceira e recusando prestar justificações: “Tenho um grande sorriso para oferecer e não faço mais comentários”.
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A comentadora Mara Aragão Pinto não perdoou a atitude altiva da apresentadora e garantiu que a estratégia passa por tentar varrer o caso para debaixo do tapete para não beliscar a sua imagem imaculada: “A Catarina quer que o assunto morra, quer que o assunto caia por si e que mais ninguém fale nele, porque sempre marcou por uma imagem muito consensual, sempre foi a namoradinha de Portugal”.
Sem papas na língua, a dor de cabeça da estrela da RTP foi esmiuçada no painel, com a comentadora a apontar o dedo aos grandes deslizes que deitaram a isenção da figura pública por terra: “Primeiro, falou em política, segundo, fez um apelo no dia das eleições que não se pode fazer, e terceiro, apelou ao voto a um candidato desprestigiando o outro. Estes três erros valeram-lhe estas 75 queixas na Comissão Nacional de Eleições”.
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O debate sobre o tema acabou por ser encurtado em estúdio devido à presença do cantor Filipe Delgado, ex-concorrente da 1ª Companhia, mas as críticas à tentativa de abafar o caso ficaram bem vincadas na emissão do canal V+ TVI.