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Marta Cardoso analisa colapso da recruta: “A Noélia tem dificuldade em assumir que não é uma super mulher”

No Diário, a apresentadora e Marta Gil debateram a postura de Noélia, notando a ironia de ser ela, habitualmente a mais exigente com os outros, a precisar agora de amparo.

O Diário da 1.ª Companhia desta terça-feira, 10 de fevereiro, debruçou-se sobre o dia difícil vivido ontem por Noélia Pereira.

A recruta, habitualmente estoica, acabou por quebrar emocionalmente após falhar repetidamente numa prova na parada, levando a um debate em estúdio sobre a sua incapacidade de gerir a frustração e o cansaço acumulado.

Marta Cardoso abriu a hostilidades com uma análise psicológica à concorrente, sugerindo que o seu maior inimigo é o perfeccionismo inatingível. “Ela não se consegue mentalizar de que está cansada. A Noélia tem esta dificuldade de conseguir assumir que não é uma super mulher e que também se cansa”, observou a apresentadora.

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Marta Gil pegou na deixa para expor o que considera ser uma ironia no comportamento da algarvia. A comentadora lembrou que Noélia é frequentemente a primeira a pressionar os colegas quando estes falham, muitas vezes de forma contraproducente, contrastando essa atitude com a fragilidade que agora demonstrou. “É muito engraçado agora ver a Noélia a ter dificuldades quando ela é a primeira sempre a estar em cima dos outros, a dizer ‘vai, vai, vai, vai, tu consegues'”, notou Marta Gil, recordando um episódio específico de tensão com outra recruta: “Eu tenho uma memória muito presente, que foi quando a Joana D’Arc disse que não conseguia pegar na arma e a Joana estava claramente aflita, a Noélia foi a primeira a dizer ‘vai, tu consegues’ (…) Às vezes, quando estamos muito nervosos, aquilo que nós menos queremos é ter alguém em cima de nós”.

Apesar das críticas ao ritmo lento de aprendizagem, que Marta Gil classificou como problemático para esta fase do jogo, afirmando que “deveria ter sido mais rápido, como é óbvio (…) senão seria injusto para com todos os outros”, o painel destacou a solidariedade do grupo.

Ao contrário do que Noélia costuma fazer, os colegas e instrutores optaram por dar-lhe espaço para respirar e recuperar o foco: “Ela não teve logo ali ninguém em cima dela, como ela costuma fazer aos outros (…) Os instrutores transmitiram-lhe calma”, elogiou a comentadora, sublinhando que, no final, a recruta “teve aquilo que se deve ter do grupo, que é esta camaradagem, e todos a celebrarem o facto de ela conseguir ter feito”.

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