1ª CompanhiaGeral

Marta Gil ‘confronta’ recruta com as imagens: Sim, Andrea, disseste. Está lá gravado”

Marta Gil analisou o conflito e concluiu que, embora Rui tivesse a melhor ideia técnica, falhou gravemente no espírito de equipa.

A tensão na 1.ª Companhia atingiu o pico durante a elaboração da carta topográfica, um exercício que expôs as fragilidades de liderança e comunicação do grupo liderado por Manuel Melo.

No Extra desta madrugada, Marta Cardoso questionou se faltou pulso ao ator para gerir os egos, notando a ironia de o chefe de equipa ter sido quem menos se conseguiu impor: “Faltou aqui, como ele disse no fim, ‘comandante, eu não estou a dar conta do recado’, faltou aqui também algum pulso ao Manuel Melo para conseguir pôr ali ordem no assunto?”.

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Romana foi a primeira a reagir, descrevendo o cenário caótico que se viveu na base e defendendo as intenções do líder, apesar do resultado desastroso: “Eu acho que já estava tudo tão descontrolado que o Comandante apareceu a dizer que aquilo parecia a Segunda Guerra Mundial. Foi complicado. O Manuel Melo, eu acho que tentou da melhor forma. Ele viu que já estava tudo muito esbaforido e tentou falar noutro nível para não criar ali mais confusão.”

No entanto, a análise mais contundente chegou pela voz de Marta Gil, e a comentadora comparou a dinâmica a “trabalhos de escola” e deu razão técnica a Rui Freitas, lamentando que o grupo não o tenha ouvido, o que teria poupado tempo precioso: “Eu estava a ver isto e lembrou-me quando nós fazíamos os trabalhos da escola. Tem de haver este espírito de equipa e alguém tem de ceder. Mas num grupo há sempre alguém que sabe um bocadinho mais do que os outros e, neste caso, a verdade é que o Rui sabia um bocadinho mais. A ideia que o Rui tinha para resolver esta questão era muito mais prática, rápida e direta. Se eles tivessem seguido o raciocínio do Rui, o efeito teria sido mais rápido e teriam acabado a prova mais cedo, porque perderam demasiado tempo a discuti-la. Isto é um ponto assente.”

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Apesar de reconhecer a competência de Rui, Marta Gil apontou o dedo à sua postura isolacionista, considerando que ele desistiu demasiado cedo de integrar a equipa: “A questão é: onde é que o Rui perde? O Rui perde na questão em que, quando eles decidem começar a fazer as medidas, ele não estava presente. O Rui aparece  passado uns minutos e eles já estavam super focados. Quando o Rui chega, isto já estava em andamento e ele diz só: ‘Podem ouvir a minha opinião?’. Eles, que nem sequer percebem qual era a melhor opinião, dizem ‘não, não, nós já estamos a fazer, vai buscar isto e aquilo’. E o Rui rapidamente desiste. Por isso é que está ali sozinho. O Rui abandonou o grupo e foi tentar fazer isto sozinho, e é aqui que ele perde. Deveria ter insistido.”

Para fechar a análise, Marta Gil destacou um momento de falta de honestidade (ou memória) por parte de Andrea, que negou ter proferido uma “boca” que ficou registada nas câmaras: “Há muitos pontos aqui, assim como há o ponto em que a Andrea diz ‘quem não quer não faz’, ou uma coisa do género, e o Rui ouve e pergunta: ‘Mas porque é que estás a dizer isso?’. A Andrea responde: ‘Mas eu disse isso?’. Sim, Andrea, disseste. Está lá. Nós ouvimos todos. Disseste. Portanto, a Andrea esteve mal e o Rui também. Acho que o Rui não soube trabalhar em equipa; sabia perfeitamente que a ideia dele era mais favorável para aquela prova, mas não a soube expressar da melhor forma.”

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