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Marta Gil e Gonçalo Quinaz ‘arrasam’ a postura de Rui Freitas na 1ª Companhia

Entre a legitimidade e a arrogância: O veredicto de Quinaz e Marta Gil sobre Rui Freitas

O veredicto é unânime: entre a arrogância perante os instrutores e o timing desastroso, o recruta Rui Freitas falhou o alvo da decência, segundo os comentadores no «Diário».

Para os comentadores do “Diário”, a questão nunca foi técnica – se o escalímetro estava ou não aferido -, mas sim de forma e conteúdo. Enquanto Manuel Melo vivia o seu momento de glória como o melhor aluno, Rui Freitas ocupava o espaço com justificações que ninguém pediu, acabando por se isolar num papel de “vítima” que Gonçalo Quinaz acredita ser uma encenação recorrente.

Marta Gil foi a primeira a apontar a falta de elegância do recruta. Embora reconheça a “legitimidade para questionar”, a comentadora sublinha que a forma como Rui respondeu ao Instrutor Marques foi inaceitável. “Foi feio, ficou-lhe mal”, atirou Marta, reforçando a tese de Andrea Soares de que o recruta sabotou o sucesso do colega.

Estava a haver ali um momento de condecoração do Manel Melo e o Rui cortou esse momento“, observou Marta Gil. Para a comentadora, a reação defensiva de Rui perante a advertência “ligeira” de Andrea revelou um traço de arrogância inesperado: “Ficou ali com aquela cara de… encaixou aquele papel de que de repente já não falava, era a vítima que estava ali, estava toda a gente a tratar mal“.

Gonçalo Quinaz, que tem sido um dos críticos mais vocais da postura de Rui Freitas, não acredita em coincidências. Para o comentador, o timing “prematuro e inconveniente” do recruta não foi um erro de cálculo, mas um objetivo traçado.

Eu acho que não é em vão, muito sinceramente (…), acho que é isto que ele procura e já procurou no passado“, analisou Quinaz. O comentador estranhou a pressa de Rui em questionar algo antes mesmo de saber a sua própria nota: “Espera, dá-se as notas todas, deixa ver o que é que eu vou receber para ter a certeza do que eu vou dizer (…). Isso seria o indicado“.

Outro ponto destacado por Quinaz foi a tentativa “preocupada” de Rui em desculpar-se com Manuel Melo após o confronto com Andrea. O comentador notou que Rui tentou defender-se de uma acusação que nunca existiu, criando um espantalho narrativo para parecer mais benevolente.

A Andreia em momento algum disse que aquilo que ele fez (…) foi para ofender o Manel. A Andreia só questionou o timing errado“, explicou Quinaz. Ao tentar transformar a crítica construtiva numa perseguição pessoal, Rui Freitas parece ter solidificado, aos olhos dos comentadores, a imagem de um jogador que prefere o conforto do isolamento à honestidade da camaradagem.

Na 1ª Companhia, a Topografia ensina a encontrar caminhos no terreno, mas no “Diário”, os comentadores parecem ter encontrado o mapa das intenções de Rui Freitas: um caminho que, invariavelmente, termina no papel de incompreendido.

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