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Marta Gil elogia postura empoderada de Soraia Sousa com o saco de batatas: “Eu se quiser ajuda, eu peço”

Os recrutas foram obrigados a transportar sacos de batatas para todo o lado, inclusive para dormir. O comentador comparou o objeto a uma "namorada" ou a uma "espingarda", elogiando o espírito de equipa entre Manuel Melo e Filipe Delgado na gestão da carga.

O Diário da 1.ª Companhia desta sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026, conduzido por Marta Cardoso, centrou-se no mais recente e insólito desafio físico imposto aos recrutas: o sacos de batatas.

Marta Gil, presente no painel de comentadores, não poupou elogios à capacidade de adaptação do grupo perante a adversidade, destacando que, apesar do peso extra, “eles acabaram por se safar bem (…) foi realmente um esforço muito grande”.

A atriz focou a sua análise num momento específico de interação entre Rui Freitas e Soraia Sousa, onde o cantor tentou auxiliar a colega com a carga, recebendo uma nega assertiva. Para Marta Gil, esta atitude revelou a força da concorrente: “A Soraya não quis (…) quis fazer por ela, como mulher inteligente (…) eu se pedir ajuda, eu se quiser ajuda, eu peço”. A comentadora concluiu que Soraia foi quem melhor conseguiu dominar aquilo a que chamou, com humor, “a arte da saca de batatas”.

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Marta Cardoso aproveitou para contextualizar a dificuldade acrescida da tarefa, explicando que a exigência militar não se prendia apenas com o esforço físico, mas com a uniformidade visual do pelotão: “Têm que estar sempre todos iguais, na formatura têm que estar iguais (…) não podia ser um à frente, outro atrás”.

Adriano Silva Martins, por sua vez, ofereceu uma leitura mais metafórica sobre o castigo, comparando o saco a um companheiro inseparável, tal “como se fosse a sua namorada, como foi a espingarda do outro dia”.

O comentador mostrou-se fascinado com o nível de concentração exigido, elogiando o companheirismo visível entre Manuel Melo e Filipe Delgado, e rematou com uma reflexão sobre o fardo simbólico da prova: “É chamado o peso que nós levamos em cima, nas costas. Cada um tem o seu”.

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