
O Passadeira Vermelha desta semana não deixou passar em branco o noivado de João Moura Caetano com Luísa Abreu, irmã de Luciana Abreu.
Como o dioguinho revelou em exclusivo, João Moura Caetano já conheceu a sogra, e até demonstrou as suas intenções. Liliana Campos abriu o tema num tom romântico, “Isto parece-vos aqui estarem a viver um conto de fadas, embora com muitas partilhas, se calhar com mais partilhas do que aquilo que é necessário.”
Nuno Azinheira foi o primeiro a colocar travão à narrativa cor-de-rosa: “Sim, eu diria que só mesmo na tua cabeça é que é um conto de fadas. (…) Parece-me tudo completamente extemporâneo. (…) Cá estarei, se este amor for eterno, nem que seja enquanto dure, para lhe dar a mão à palmatória.”
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Para Azinheira, a relação tem um lado demasiado encenado: “É um circo. Parece que é tudo feito: agora os trapezistas, agora a gravidez, depois as fotos à porta da maternidade… Cheira-me que está tudo pensado.”
Sara Norte que é sempre mais destravada, afirmou, “O João poderia ser conhecido apenas no seu meio, mas percebeu que com a Luciana, a Luísa, a Bárbara… é uma tourada permanente. Gosta de aparecer. E não é crime nenhum, mas é evidente que há aqui uma necessidade de estar nas luzes da ribalta.”
E sobre Luísa Abreu, a atriz não teve papas na língua: “Durante anos viveu à sombra da irmã. Sempre. A irmã queria ser atriz, ela também queria. A irmã queria cantar, ela também queria. Mesmo quando a relação cortou, continuou a falar da irmã. E agora, junta-se ao João, porque os dois juntos dão mais nas vistas e são notícias.”
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Quem não gostou muito das palavras foi a apresentadora, Liliana Campos, chamando a atenção para a injustiça da expressão “viver à sombra”: “Ó Sara, não será um bocado injusto? Imagina o teu irmão ser ator, mas não ter tanto relevo como tu e o teu pai. Dizer que ele vivia à sombra não seria injusto?”
Joana Latino, que está mais cética quanto à autenticidade do romance, reafirmou: “Não acredito neste amor. Não os conheço, e se forem o amor da vida um do outro, fico feliz. Mas na forma como mostram o decorrer da relação, está tudo errado. (…) Ele já disse que a Luciana era o mundo, a Bárbara era a lua, e agora esta é a certa. E para alguém que dizia não gostar da ribalta, é contraditório. Parece que não aprendeu nada.”