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“Não existe homem machista nesta casa”: Sara Santos contesta acusações de Noélia Pereira

Sara Santos sai em defesa dos recrutas após críticas de Noélia

A recruta Sara Santos defende os companheiros da base e em causa está uma acusação de Noélia Pereira.

Durante o último “Especial”, Maria Botelho Moniz chamou Sara Santos à sala de transmissões para um balanço que começou na saúde física e terminou numa defesa acérrima da honra dos recrutas masculinos.

Sara Santos, apesar de premiada com a medalha de maior evolução nos testes físicos, confessou estar a sofrer com uma lesão persistente “Estou mais animada e, por azar, lesionada. (…) Eu estou com patas de ganso [tendinite]. Dizem que é aquilo que os jogadores de futebol têm“, explicou a recruta, descrevendo as dores como “choques elétricos”. No entanto, o desconforto físico não a impediu de abordar o tema que tem dominado as conversas na base: as acusações de machismo lançadas por Noélia Pereira.

O facto de ela dizer que há homens machistas aqui em casa fez-me confusão“, afirmou Sara Santos, questionada pela apresentadora sobre a leitura de Noélia. Para Sara, a realidade do quotidiano na base desmente a colega: “Eles são os primeiros a ir lavar a loiça… Eles levantam-se, eles varrem, eles vão à esfrega, eles trabalham aqui no duro. Eu nunca ouvi qualquer tipo de comentário machista. Eles são os primeiros a dizer: ‘Meninas, vocês levam mais tempo para se arranjar, vão-se maquilhar, tomar banho, que nós ficamos a lavar a loiça’.”

A recruta foi mais longe, trazendo para o debate a sua perspetiva de mãe. Para Sara, uma acusação “lançada ao ar” sem nomes pode ter repercussões graves nas famílias de quem está lá dentro “Eu tenho um filho de 21 anos aí fora. Se eu estivesse desse lado, como mãe, a ver o meu filho e a ouvir um comentário para o ar… eu preocupava-me. Questionava: ‘Será que é o meu filho?‘”

Instigada por Maria Botelho Moniz sobre a existência de “piadolas” ou “bocas parvas”, Sara Santos manteve-se intransigente. Embora admita que existem “piadas de grupo” – que diz serem feitas por ambos os sexos -, recusa rotular qualquer comportamento atual como opressor “É um comentário grave estar a dizer que temos aqui homens machistas, porque não há. Isso não existe aqui em casa, de todo“, concluiu, antes de ceder o lugar à própria Noélia para o aguardado confronto de perspetivas.

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