1ª CompanhiaGeral

Noélia Pereira expõe o preço da vitória na televisão: “Não me compensava gastar 25 mil euros”

A empresária algarvia garantiu que podia ter pago para ficar em primeiro lugar na 1ª Companhia. A ex-concorrente deixou claro que a televisão é apenas uma fonte de rendimento extra.

O quarto lugar de Noélia Pereira na 1ª Companhia não deixou a algarvia com qualquer sentimento de frustração.

Numa entrevista sem filtros à TV 7 Dias, a empresária mostrou o seu lado mais pragmático e calculista, admitindo de forma surpreendente que a vitória no programa estava, literalmente, à distância de uma transferência bancária avultada.

Conhecida por gerir com pulso firme os seus supermercados no Algarve, Noélia garantiu que só não foi mais longe nas votações porque a matemática do investimento não justificava o prémio em jogo.

Leia também: O jogo da “vilã” em risco? Amigas de Sara expõem falhas de Hugo na Casa dos Segredos

Ela atirou a toalha ao chão de forma consciente: “Vou ser sincera, eu tenho uma empresa, se eu quisesse ter investido dinheiro para ficar em segundo ou em primeiro, e tivesse dado esse recado ao meu marido, eu podia tê-lo feito, mas não me compensava a mim, estar a gastar 25 mil euros, só para dizer que ganhei o primeiro prémio”.

Longe de se deslumbrar com a fama, a veterana sublinhou que a sua estabilidade financeira não depende das aparições no ecrã, encarando os programas apenas como contratos de trabalho temporários: “Eu não faço vida da televisão, não sou atriz, não sou cantora, eu não venho para a televisão para ter visibilidade, venho para a televisão para viver outra experiência, e ganhar o meu, porque fui convidada”.

Leia também: João Ricardo fala do Norberto: “Prometeu tudo nos castings e entregou zero”

O convite para o formato chegou em novembro, mas as negociações foram ponderadas ao detalhe. Noélia Pereira revelou que o calendário de emissão foi o fator decisivo para ter aceite abandonar os seus negócios e a família, confessando que as regras seriam muito diferentes noutra altura do ano: “Aceitei este por ser diferente, por ser em janeiro, porque se me convidassem para o fim do ano ou no verão, eu não aceitava por valor nenhum. No verão é muito trabalho para o meu irmão, já foi muito trabalho por ser inverno para o meu marido, ainda ia ser pior”.

Publicidade

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Botão Voltar ao Topo