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Noélia Pereira relata esgotamento após a 1ª Companhia

A gestão dos supermercados no Algarve revelou-se um pesadelo para Filipe Sobral durante o programa. A ex-concorrente assumiu que quase precisou de apoio psicológico na casa.

Noélia Pereira, a inconfundível algarvia que conquistou os portugueses no BB2020, abriu o livro à revista TV 7 Dias sobre a sua mais recente participação num reality show, a 1ª Companhia.

Conhecida pela sua capacidade de trabalho e resiliência noutros formatos da TVI, a empresária confessou que esta experiência a levou a um limite físico e mental inédito.

O regresso à gestão dos seus dois supermercados, localizados em Estoi e Tavira, ficou marcado por um forte susto de saúde. A ex-concorrente revelou ter sofrido um colapso repentino após o regresso à vida real: “A única questão foi que eu tive uma quebra de atenção, desmaiei, e tenho aqui um hematoma grande”.

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Dentro da base, a pressão contínua também cobrou o seu preço. Habituada a chegar às finais sem vacilar, Noélia assumiu que o descontrolo emocional foi o seu maior adversário ao longo das semanas: “Às vezes não queria chorar e chorava, não me queria emocionar tanto, e aquilo acontecia, do nada estava a chorar e eu não queria, mas não conseguia ser de outra maneira. Foi o que me afetou mais”.

O ponto de rutura aconteceu durante uma aula de Paulo Marques, onde as mazelas de um problema de saúde antigo voltaram a assombrar a algarvia.

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A dificuldade em memorizar a sequência exigida fez com que os colegas fossem castigados com flexões, levando Noélia a equacionar, pela primeira vez em quatro reality shows, pedir ajuda profissional: “Eu já tenho dificuldade em decorar porque tive um esgotamento há uns anos. (…) Naquele dia estava esgotada psicologicamente. Tinha sido um grande embate, muita pressão (…) Na penúltima semana, eu pus-me em causa e pensei: Eu se calhar vou precisar de uma consulta com o psicólogo”.

O desespero não se viveu apenas na frente de combate televisiva. Cá fora, o marido, Filipe Sobral, viu-se sobrecarregado com as exigências dos dois espaços comerciais no Algarve e chegou a tentar travar a participação da companheira: “A duas semanas e meia da final, o meu marido mandou mensagem para a produção para pedir para eu desistir porque as coisas cá fora não estavam a correr bem a nível do trabalho. Eram duas lojas e era muito trabalho, ele não estava a conseguir lidar”.

A mensagem acabou por não lhe ser transmitida pela equipa, permitindo que a empresária aguentasse até se sagrar a quarta classificada.

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