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Nuno Janeiro recebe notícias do filho e chora desalmadamente em direto: “O menino está bem”

As saudades apertaram no quartel da TVI. O recruta recebeu palavras de conforto do "Quim e da Helena", os seus pais, que destacaram a sua "honestidade e bondade". Em lágrimas, Nuno confessou que a carta foi um "ar fresco" no meio da dureza do desafio.

O Especial da 1.ª Companhia desta quinta-feira, 5 de fevereiro, ficou marcado por um dos momentos de maior fragilidade emocional desde o início do programa, protagonizado por Nuno Janeiro.

O ator, que tem mantido uma postura firme na recruta, desabou em lágrimas ainda antes de conseguir abrir o envelope com a mensagem da família, deixando Maria Botelho Moniz surpreendida com a intensidade imediata da reação: “Já está a suspirar (…) O que é que se passa? Não só foi por antecipação. Abra o envelope, vamos lá”.

Com a voz trémula e fazendo várias pausas para tentar controlar o choro, Nuno Janeiro leu as palavras de carinho enviadas pelos pais, “o Quim e a Helena”, que destacaram a bondade e a educação do filho como os seus maiores troféus: “Queremos que saibas o quanto estamos orgulhosos de ti (…) Pelo ser humano que és. A tua honestidade, a tua bondade e a forma como tratas o próximo enche-nos o coração (…) És um homem com força e bom caráter”.

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A carta trazia ainda o conforto fundamental de saber que “o menino está bem”, referindo-se ao filho Dinis, e incluía um pedido especial para entregar um lema enigmático, “NPVSC”, ao senhor comandante e aos instrutores, algo que o ator, consumido pela emoção, admitiu não conseguir traduzir no momento.

Tocado pela mensagem, o recruta confessou à apresentadora que estas palavras funcionaram como um “ar fresco” e uma “leveza” no meio da dureza do quartel, fazendo ainda um sentido desabafo sobre a forma como expressa os seus sentimentos no dia a dia: “Sinto que às vezes também podia dizer que gosto mais deles. Mas eles sabem que eu os amo muito. E vou estar sempre aqui para eles”.

Maria Botelho Moniz não poupou elogios à postura de Nuno, chamando-lhe “um homem às direitas”, enquanto o ator explicava o peso insubstituível da ausência física dos seus entes queridos: “Já sentimos falta de tudo (…) daquele beijinho, daquele abraço, apesar de a gente dar beijinhos e abraçar-nos aos outros, para tentar compensar a falta que temos. Mas é muito bom e deu anos de vida a esta carta”.

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