O adeus de Noélia à televisão: O cansaço na 1.ª Companhia e a decisão de ser mãe
A participação na base militar da TVI marcou o último grande projeto da algarvia perante as câmaras. O esgotamento do corpo e a ambição de aumentar a família ditaram as novas regras.
A experiência intensa na 1.ª Companhia encerrou a mais recente aventura de Noélia Pereira na grelha de programação da TVI.
Durante a sua participação no videocast Oh Gente da Minha Terra com Inês Alvito, a finalista expôs o profundo desgaste físico vivido na base militar e abriu o jogo sobre os planos inadiáveis para engravidar a curto prazo.
A algarvia chegou à reta final do formato e assumiu a conquista de um recorde absoluto em Portugal ao sobreviver às nomeações do público durante dez semanas consecutivas. Apesar da superação contínua, a comerciante admitiu o elevado preço pago pelo corpo face à privação: “De início estava tudo muito bem e fazia tudo bem. Não faltei nunca a nenhum treino e não me custava fazer. As últimas duas semanas de programas já foram muito custosas porque as dores musculares começaram a sobressair. Comecei com um problema no ombro, que eu tenho muitas contraturas. Comecei mesmo a ter dores à séria. Não queria tomar nada porque sabia que a medicação podia dar sono e estava ali mesmo com muitas dores. E essas dores começaram-me a afetar o psicológico.”
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O cansaço muscular e tático atingiu um nível tão extremo que a lojista esteve muito perto de bloquear na última etapa do programa televisivo e de exigir ajuda especializada: “O cansaço físico no fim era tanto, o cansaço físico era tanto que me estava a afetar o psicológico. O cansaço chega a um ponto que a pessoa já não raciocina. Eu estava bloqueada e aí pensei se ia precisar de ir a uma consulta com o psicólogo.”
Perante este desgaste atroz e atualmente focada na vida familiar ao lado do marido Filipe Sobral, a empresária anunciou que a sua longa relação com os reality shows tem um fim agendado. O objetivo prioritário de aumentar a família marcará o limite da sua exposição perante os portugueses: “Tenho o projeto que eu quero engravidar. Se me convidarem e eu tiver um bebé pequeno, a partir de quando eu for mãe já não entro mais nenhum. É dito e feito. Não posso deixar o meu marido com toda a responsabilidade. É impossível e não me faz sentido.”
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