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O contra-ataque de Filipa Torrinha ao negócio das entrevistas no Quénia e Maya ao barulho

"É um elogio ele não gostar de mim": Resposta ao "safari" de insultos de Castelo Branco

No “Passadeira Vermelha”, as comentadoras reagiram à entrevista de José Castelo Branco e Filipa Torrinha questiona a credibilidade do socialite e aponta o desrespeito cultural durante a viagem a África.

A distância geográfica entre Lisboa e Nairobi não foi suficiente para abafar a mais recente polémica de José Castelo Branco. Em entrevista à jornalista Tânia Laranjo, no Quénia, o socialite comparou as comentadoras da “Passadeira Vermelha” aos animais selvagens do parque nacional, apelidando-as de “horrorosas”. No entanto, para Filipa Torrinha, o insulto é recebido como um galardão de integridade, num debate que rapidamente derivou para a crítica ao “negócio” televisivo e ao tratamento de Betty Grafstein.

O cenário de luxo e natureza no Parque Nacional de Nairobi serviu de palco para mais um ataque de José Castelo Branco ao painel da SIC Caras “Aqueles animais são como as coscuvelheiras das comentadoras da passadeira. Mas as da passadeira são um horror“, afirmou o socialite. A reação em estúdio, contudo, não foi de indignação, mas de um distanciamento analítico.

O facto de o Castelo Branco não gostar de mim é um elogio. Eu ficava preocupadíssima se ele me elogiasse“, começou por dizer a comentadora, desvalorizando o ataque estético para se focar no que considera ser uma ausência total de princípios “O Castelo Branco tem a coerência de nada“, atirou, lembrando que o socialite muda de aliados, como no caso da apresentadora Maya, conforme as conveniências do momento.

Para Torrinha, mais grave do que as ofensas pessoais é a postura de Castelo Branco perante o processo judicial que o envolve e o desrespeito pelas culturas locais “O que me preocupa mais, acima de tudo, é a maneira como ele trata a Betty, como fala da Betty, estas manobras que ele tem vindo a fazer“, sublinhou, apontando ainda o “desrespeito” com as tribos africanas: “Dizer que gostaria de levá-los para Nova Iorque para dar-lhes cultura… isto magoa-me“.

A discussão no “Passadeira Vermelha” acabou por recair sobre a mecânica comercial que levou uma equipa de reportagem ao Quénia para obter estas declarações. Perante a revelação de Liliana Campos de que os episódios fazem parte de um contrato comercial, Filipa Torrinha confessou o seu espanto perante o interesse do público “Fascina-me perceber como é que as pessoas se entretêm a ver o Castelo Branco a fazer o que quer que seja neste tipo de moldes. Mesmo sem ser o processo todo com a Betty, não vejo nenhum interesse“, concluiu.

Enquanto Zulmira Garrido sugeria que a entrevista “trazia água no bico”, Filipa Torrinha diz que a “exa-credibilidade” do socialite torna qualquer crítica sua num sinal de que, do lado das comentadoras, se está a fazer o trabalho correto.

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