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O luxo da simplicidade de Cristina Ferreira em 10 truques de arrumação antes de viajar

Como viajar para o Índico sem excesso de bagagem

Cristina Ferreira partilha com os seguidores, alguns segredos para uma mala “infinita” no Oceano Índico.

Cristina Ferreira trocou o frio de janeiro pelo azul turquesa das Maldivas e do Sri Lanka, mas não foi apenas a paisagem que despertou a curiosidade dos seus seguidores. Este dia 23 de janeiro, a apresentadora e diretora da TVI revelou os bastidores da sua bagagem: um exercício de engenharia têxtil que envolve vestidos “fininhos”, sapatos em sacos separados e uma distribuição estratégica de carga pelo namorado, João Monteiro.

A viagem pelo Sul da Ásia, que tem servido de cenário para fotografias idílicas, exigiu uma preparação que Cristina fez questão de detalhar no seu “famoso vídeo da mala”. A premissa é simples, mas a execução requer método. Para a apresentadora, o sucesso de uma mala de férias assenta na escolha de materiais que desafiam as leis do volume e do tempo.

O segredo para manter a variedade visual sem pagar excesso de peso parece estar na espessura do tecido. “É arranjar vestidos fininhos, daqueles que não se amarrotam, são fáceis de colocar. Este que eu usei ontem, por exemplo, quando é dobrado, não ocupa espaço nenhum. Assim, nem sequer se amarrota“, explicou Cristina, enquanto demonstrava a técnica perante a câmara.

A diversidade é tal que, mesmo no final da estadia, a reserva de moda permanecia intacta: “Ainda tenho três para estrear. (…) Eu consegui pôr isto tudo dentro da mala e os sapatos vêm no saco. Porquê? Porque são mais fáceis de guardar aqui dentro, porque ali vem a roupa toda dobradinha“. A estratégia de aeroporto também é clara: “Roupa mais grossa é a que vem no aeroporto”.

A logística das férias não se ficou pela mala principal. Na descrição detalhada que acompanhou o vídeo, Cristina Ferreira revelou que a gestão do espaço é, também ela, um trabalho de equipa. Se a roupa vai “dobradinha” na mala da apresentadora, os itens mais volumosos ou delicados transitam para a bagagem do namorado.

Necessaires para os 2 na mochila do João“, confessou, revelando uma lista de inventário digna de uma longa estadia: seis biquínis, dois macacões de treino, três pares de chinelas, botas, saltos altos e ténis. “Podia ficar mais uma semana de férias e não repetia roupa”, rematou, com a confiança de quem domina a arte de viajar com estilo.

Numa nota de realismo, Cristina admitiu que este “milagre” da arrumação tem limites geográficos e sazonais: “No inverno não era possível”, brincou, reconhecendo que o sol do Índico é o melhor aliado de quem quer viajar leve, mas levar o guarda-roupa inteiro.

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