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O maior mistério de ‘Vitória’ da SIC: Quem matou Henrique

Vitória (Cláudia Vieira) ficou viúva, depois do marido (Albano Jerónimo) ter morrido num acidente. Mas a verdade é outra e bem macabra...

Vem à tona a razão dos traumas de infância de Sérgio (Afonso Pimentel): ele viu o pai, Manuel (José Raposo), enterrar um cadáver na herdade da família. A novela mais vista da SIC, cujas gravações terminaram esta semana, nove meses depois, ainda vai estar em exibição até Maio de 2026.

A guerra entre Vitória (Cláudia Vieira) e a família paterna dos três filhos ainda vai ter muitas reviravoltas e promete continuar a surpreender os espetadores. A cena que muda a história, acontecerá quando o trator conduzido por António (Virgílio Castelo) ficar enterrado “até às orelhas” num terreno da herdade dos Mendonça.

Quando os trabalhadores libertam a máquina, descobrem ossadas humanas enterradas. “Ao olharmos para o buraco… encontrámos um corpo”, dirá o empregado. Margarida (Joana Santos) fica em choque: “Um corpo? Que horror. É mesmo de uma pessoa?”.

Nesse momento, Sérgio (Afonso Pimentel), será assaltado pelas memórias antigas que o atormentam desde que, na infância, viu o pai, Manuel (José Raposo), enterrar um homem numa trágica madrugada. Carolina (Luísa Cruz) e o marido querem abafar a descoberta, mas a filha, Margarida, avisa: “Se não chamarmos a polícia, vai ser altamente suspeito.”

Num instante, irrompem pela quinta agentes e peritos forenses e o patriarca dos Mendonça fica em pânico. O vilão refuta que “isso do corpo aparecer foi uma treta do caraças, mas não é grave. A polícia nunca vai identificar aquele monte de ossos”. Sérgio diz que ainda se lembra “daquela noite, como se tivesse sido ontem”. “Então esquece-a. É o melhor para todos”, dirá Manuel, completamente desorientado.

Os agentes Alice (Carolina Loureiro) e Durão (Pedro Laginha) começam a acompanhar o caso. E é então que João (Jorge Corrula) levanta a suspeita de que as ossadas podem estar diretamente relacionadas com a misteriosa morte de Henrique (Albano Jerónimo): “São de alguém ligado à família. É o que faz mais sentido…”

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