O passado dramático do novo amor de Bárbara Guimarães: Leucemia, 93 dias internado e a morte da mulher
A identidade de Guilherme Magalhães foi revelada no Passadeira Vermelha por Liliana Campos. A revista Vidas resgatou agora um testemunho marcante do gestor sobre o seu historial clínico.

A identidade do novo namorado de Bárbara Guimarães foi revelada no programa Passadeira Vermelha da SIC.
A confirmação chegou pouco depois de a apresentadora ter publicado uma fotografia ao lado do companheiro nas redes sociais com uma declaração: “Bom dia, primavera. Parabéns, meu amor.”
Liliana Campos adiantou os detalhes no formato noturno e revelou que o novo amor da colega de estação chama-se Guilherme Magalhães. A anfitriã ligou a Bárbara Guimarães e partilhou as impressões da conversa: “Senti a Bárbara muito, muito feliz. Estão a passar um fim de semana no norte. Não conversei muito com o Guilherme, mas trocámos ali umas palavrinhas e achei-os dois apaixonados.”
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O companheiro da apresentadora conta com um percurso profissional sólido e é o atual administrador executivo da CUF com o pelouro financeiro. Guilherme Magalhães integra o Grupo José de Mello há mais de 35 anos, pertence à Direção da Associação Portuguesa de Hospitalização Privada e preside ao Conselho de Curadores da Fundação Gil.
A revista Vidas revelou novos detalhes sobre o passado do gestor e resgatou um discurso num almoço-debate da ACEGE em 2024. O namorado de Bárbara partilhou a sua dura batalha contra o cancro perante uma plateia de colegas e assumiu o nervosismo inicial: “Se o que tiver para partilhar convosco for útil, já fico verdadeiramente contente.”
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O gestor abriu o livro sobre o longo historial oncológico e o diagnóstico de uma leucemia em 2021: “Sou doente oncológico já há bastantes anos. Tive o meu primeiro cancro em 2009, o segundo em 2016 e, no fim de 21, fui diagnosticado com um terceiro cancro, desta vez mais complicado, uma leucemia, que me disseram não ter cura. Ficamos sempre assustados. Mas disseram ‘há uma chance, que passa por um transplante’. Eu na altura nem percebi bem e respondi ‘então bora, vamos a isso’. E responderam que tinha de esperar que não era logo assim de um dia para o outro. É preciso um dador, ser preparado, demora. De facto demorei um ano e meio, e lá aguentaram-me com quimioterapia até fazer o transplante no IPO.”
O processo de recuperação sofreu um revés durante o isolamento hospitalar que obrigou a um segundo transplante e a passar 93 dias internado.
Guilherme Magalhães recordou o momento em que a equipa médica lhe comunicou a grave infeção: “Dez dias pós-transplante entra-me uma médica no quarto a dizer que tem uma notícia difícil para dar: apanhei Covid em isolamento no IPO de Lisboa. E disseram-me que era mau e que não sabiam o que podia acontecer, pois não encontram casos destes.”
A experiência no Serviço Nacional de Saúde marcou profundamente o namorado da comunicadora da SIC que destacou a importância do amor genuíno e gratuito que recebeu no hospital. O gestor destacou o carinho da dona Arminda, uma funcionária da limpeza natural de Resende, a mesma terra de onde é originária a família de Guilherme.O testemunho de superação encerrou com uma referência à presença de Deus na sua vida e com uma menção emotiva à sua mulher Luísa, que acabou por falecer em maio de 2024.