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O ultimato de Pedro Barroso a quem persegue a sua família: “Não me tentem novamente intimidar”

De "peito aberto", o ex-concorrente da 1.ª Companhia desafiou os críticos a abordarem-no na rua. Pedro Barroso garante que não tem medo, mas traça uma linha vermelha quando tocam nos seus, prometendo expor todos os rostos e nomes envolvidos.

A longa madrugada de desabafos de Pedro Barroso não se ficou pela exposição das ameaças legais.

O ator aprofundou o relato sobre o sofrimento imposto à sua família, revelando detalhes perturbadores sobre o tipo de assédio de que a sua companheira, Cátia, foi alvo enquanto ele estava dentro do programa.

Visivelmente transtornado com a crueldade dos comentários online, Pedro Barroso explicou que a pressão sobre a namorada ultrapassou todos os limites, chegando ao ponto de surgirem teorias de que ela seria uma vítima de violência doméstica silenciada pelo medo.

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“Que não tinha que passar por isto, portanto, nós envolvemos, quando percebemos nisto, isto, não há dinheiro que pague isso, não há dinheiro que pague, não há prestação, não há tentativa de alavancar carreiras que pague isto, e eu perceber que volto a reforçar que a Cátia não saiu de casa depois de ameaças, que não se sentia segura, existe mais uma criança que está à responsabilidade dela, além do meu filho, e que disseram que ela é a sua defesa nas redes sociais, onde há este jungle fever, porque tinha receio que eu lhe batesse quando chegasse a casa, que ela era vítima de violência doméstica, e tudo isto está escrito em comentários”, denunciou o ator.

Pedro Barroso fez questão de lembrar que por trás dos ecrãs existem vidas reais que podem ser destruídas por estas palavras, sublinhando a gravidade legal e humana do cyberbullying.

“Vou voltar a reforçar, todos estes rostos e vozes ativas no ecrã têm um nome, todas estas pessoas estão identificadas, isto, saber bullying é crime, e tem consequências, não só a nível de facto de ser crime, como podem ter consequências muito danosas, há vidas que se perdem, vidas que se transformam, pessoas que perdem o ânimo, que entram em clausura, e é isso que eu venho aqui acima de tudo defender”, afirmou.

Num tom de desafio direto aos seus detratores, o ex-concorrente garantiu que a coragem que demonstra online é a mesma que tem na vida real, notando a discrepância entre a agressividade virtual e a passividade presencial das pessoas.

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“Dentro de tantas ameaças, tantas críticas, eu tenho andado na rua de sorriso aberto, e não de cara trancada, não fui abordado uma única vez, mas continuo à espera de algum tipo de abordagem, está tudo bem, a vida segue, espero por vocês, de resto, não me volto a pronunciar sobre este assunto, não me tentem novamente intimidar, não tentem dizer que constitui o meu trame, não tentem chegar perto daquelas pessoas que me são queridas, porque eu sou feito dessas pessoas”, avisou.

Para além da defesa da sua honra, Pedro Barroso deixou ainda uma crítica contundente à cultura dos reality shows e ao fanatismo que leva as pessoas a gastarem dinheiro em votações fúteis.

“Pessoas que participam em reality shows, percebi, caramba, quero saber, entre autos conhecidos, que existiam teams que gastavam dinheiro para votações, pensem de forma consciente de realmente o que é que estão a votar (…) gastam dinheiro de forma consciente em outras jornadas, em ações de solidariedade, em algo diferenciado”, apelou.

O ator encerrou o assunto prometendo que esta será a última vez que fala sobre a polémica, focando-se agora na criação de um movimento legal para apoiar outras vítimas e transformar esta experiência negativa em algo construtivo para a sociedade.

“Não me volto a pronunciar mais sobre este assunto, a vida tem que seguir, mas para mim, esta é a minha decisão e esta é a causa que eu vou abraçar, vamos todos juntos tentar caminhar um bocadinho de forma diferente para um mundo melhor, não aceitar que nos expulsem, nos expulsem, e que esta forma de crime, esta forma de opressão, não tenha consequências”, concluiu Pedro Barroso, antes de regressar ao seu trabalho.

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