O último diálogo entre Pedro Barroso e Rui Freitas antes da desistência na 1ª companhia
O abraço que encerrou a guerra entre o recruta Rui e o ator Pedro Barroso
Antes do ator abandonar a base, foi surpreendido por Rui Freitas, o recruta com quem protagonizara o maior confronto da edição, num momento de reconciliação que revelou planos até então secretos.
O rigor da vida militar na televisão tem provado ser um teste de resistência que vai muito além do esforço físico e para Pedro Barroso, a experiência chegou ao fim ‘prematuramente’, mas não sem antes fechar um capítulo de tensão que dividiu os espectadores. Numa conversa marcada pela contenção de quem já decidiu partir, Rui Freitas procurou o colega para uma revelação que mudou o tom da despedida.
O cantor, recruta Rui Freitas, antes do ator abandonar a base militar, aproximou-se de Barroso com uma confissão de admiração que contrastou com a ‘tempestade’ dos dias anteriores “Pedro, ontem estava a pensar nós dois na final. Ontem estive a pensar nós dois na final”, revelou Rui, perante um Pedro Barroso visivelmente surpreendido.
A resposta do ator foi curta, marcada pelo realismo de quem já estava com um pé fora da competição: “Às vezes só pensamos”. No entanto, Rui insistiu em limpar o terreno de qualquer ressentimento: “Não tenho mágoa nenhuma contigo. Espero que não cries a mágoa comigo. Deixa-me dizer que eu tenho pena porque acho que és uma excelente pessoa e excelente concorrente. E tenho pena que vás abandonar o programa”.
Pedro Barroso, embora firme na decisão de abandonar o quartel, aceitou o gesto de boa vontade e retribuiu com um conselho sobre a gestão das emoções sob o escrutínio das câmaras. Para o ator, a pressão do formato é um catalisador de comportamentos que nem sempre refletem a essência do indivíduo “Acredito mesmo, genuinamente, que tu és bom miúdo. Que a pressão… isto é um mundo pesado. Mas que a pressão nunca te deixe ir para… pá, reações mais complicadas”, alertou Barroso, refletindo sobre o choque que ambos tiveram “Foi aquilo que eu aprendi… a controlar o embate que tivemos. Fui ensinado assim, provavelmente quando tocam em pontos que… mas não tem mal. E depois… pá, mas bom. Não falamos mais sobre isso”.
O diálogo encerrou-se com um abraço, simbolizando a trégua necessária para que Pedro Barroso pudesse deixar a “1ª Companhia” com a consciência tranquila. O momento sublinha a fragilidade das alianças e inimizades em contextos de isolamento, onde o “bom miúdo” e o “homem de convicções” se perdem, muitas vezes, no barulho do conflito televisivo.
1ª companhia: Filipe Delgado declara-se a cara conhecida e apreciada pelo público