Os 15 milhões de euros no pulso e no volante: A fotografia de Georgina e Ronaldo que dividiu o V+ Fama
Cláudia Jacques e Guilherme Castelo Branco defenderam o direito do casal mostrar o fruto do seu trabalho. Já António Leal e Silva garantiu que o retrato é estudado e de mau gosto.
A mais recente fotografia de Cristiano Ronaldo e Georgina Rodríguez, partilhada nas redes sociais da modelo, está a dar que falar.
Captada no interior de um supercarro, a imagem reúne, num só clique, cerca de 15 milhões de euros em bens de luxo – desde um Bugatti Centodieci a relógios exclusivos e um anel de noivado avaliado em 5,2 milhões de euros. O retrato milionário esteve em análise no programa “V+ Fama” e dividiu as opiniões do painel.
Cláudia Jacques foi a primeira a relativizar a polémica, defendendo que o casal apenas está a usufruir do que conquistou: “Cada um mostra o que tem. Eles têm aquilo tudo, trabalharam para o ter. Na realidade, não foi roubado, não foi herdado, não foi dado. Eles trabalharam para terem o que têm e estão contentes e felizes na vida confortável e com as belíssimas joias e carros que usam”, justificou a comentadora.
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Do lado oposto, António Leal e Silva não poupou nas palavras para criticar a atitude, classificando-a como “ostentação desnecessária” e “de mau gosto“. “Hoje toda a gente sabe que a família Ronaldo (…) vivem lindamente, têm imenso dinheiro, não há necessidade. Ela não é nenhuma pobrezinha que vai para as redes sociais encostar-se à porta dos hotéis (…) para dizer que é rica”, atirou, sublinhando que a pose da modelo não tem nada de espontâneo: “Ninguém anda com os braços assim em cima do volante com anel. (…) Não há necessidade porque não justifica. Toda a gente já sabe que eles são ricos. Mas é fuleiro, é fuleiro”.
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Guilherme Castelo Branco tentou trazer um olhar diferente para o debate, argumentando que a imagem pode ser interpretada como um reflexo da realidade atual do casal ou até como uma fonte de motivação. “Pode ser ostentação, mas também pode ser a normalização do patamar em que eles estão. Isto pode instigar a inspiração como pode instigar a inveja”, defendeu, acrescentando a sua própria visão da foto: “O que eu vejo naquela fotografia é compromisso, amor e o futuro. Porque ela está com as mãos a tocar nas mãos do futuro marido, a mostrar o anel de noivado”. Ainda assim, Guilherme confessou que faria diferente: “Deveria ter focado mais o anel e a mão (…) do que propriamente o enquadramento com os relógios e com o carro”.
O debate terminou com António Leal e Silva a reforçar a sua tese de que a publicação foi friamente calculada por Georgina Rodríguez. “Nada tem a ver com amor, nada daquilo. (…) Tudo aquilo é estudado, o volante é estudado, o carro é estudado, as joias… O adereço e a roupa, a pessoa compra para prazer próprio”, rematou o comentador, garantindo que “não têm que estar a ostentar” para provar o seu poder e riqueza ao mundo.