A emissão de hoje do programa V+ Fama foi inteiramente dedicada à análise minuciosa dos visuais escolhidos pelas estrelas para a gala do 33.º aniversário da TVI, evento que teve lugar no passado sábado no Casino Estoril.
O anfitrião do formato, Adriano Silva Martins, deu o pontapé de saída para o debate sobre as escolhas da passadeira vermelha, lançando de imediato o nome de um dos rostos mais mediáticos da estação: “Vamos falar agora dos looks mais destacados aos nossos olhos da gala dos 33 anos da TVI. António Leal e Silva, podia ser Dolce Gabbana, mas é moda portuguesa”.
O comentador António Leal e Silva não hesitou em dar o seu veredicto sobre o coordenado usado por Rita Pereira e as críticas não se fizeram esperar, e o especialista em moda começou por ressalvar o seu patriotismo e o apoio aos criadores nacionais, mas apontou falhas à inspiração da atriz.
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Sem papas na língua, o comentador atirou: “Ela vai muito do Dolce Gabbana porque isto é muito do Dolce Gabbana, só que há um Dolce Gabbana que é poucachinho. Por isso, para ir de poucachinho, até é melhor ir de Zara”. António Leal e Silva foi ainda mais longe na comparação, garantindo que o melhor é ir numa Primark em bom e assumir.
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Avaliando a totalidade do visual, o comentador confessou não ser fã da escolha, referindo que não gostou de todo o look. O foco da análise centrou-se também no acessório que Rita Pereira levou na cabeça, o qual António Leal e Silva identificou como um cagoule, notando que a imagem da atriz melhorou um bocadinho quando o retirou já no interior do evento.
Apesar das duras críticas à construção da peça, houve um detalhe que mereceu o elogio do comentador: a escolha da cor.
António Leal e Silva considerou que o tom escuro salvou a atriz, aproveitando para deixar uma farpa geral a outras convidadas da festa: “Teve uma coisa boa, ao contrário de outros looks anteriores dela, é que é preto. Preto é uma cor que ajuda em tudo. Mesmo quando os vestidos não são bonitos, para não dizer horrorosos, de preto aquilo disfarça tudo e entra e não se percebe”.