O passado da polémica presidente da Raríssimas
Os últimos dias ficaram marcados pelo escândalo que envolveu Paula Brito e Costa, a presidente da Raríssimas.
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A reportagem da TVI revelou que a presidente terá desviado dinheiros da associação para proveito pessoal como roupas de luxo, férias, tratamentos spa e carros topo de gama.
No entanto, nem sempre a sua vida foi repleta destes luxos: de acordo com a revista FLASH!, Paulo Brito e Costa tinha uma vida modesta e andava de transportes públicos antes de fundar a associação.
Há cerca de 20 anos, a mulher que foi “apanhada” a criticar o presidente Marcelo Rebelo de Sousa, levantava-se cedo para ir trabalhar num quiosque de venda de jornais, revistas e lotarias, nas Avenidas Novas, em Lisboa.
DOENÇA DO FILHO
Cornelia de Lange é o nome da doença que o seu filho Marco tinha e que originava problemas de desenvolvimento cognitivo mas também orgânicos, em Portugal não existiam especialistas que soubessem tanto do síndroma quanto seria espectável.
Na altura, Paula recorreu a uma associação norte americana que se dedicava à doença razão que a motivou a em 2002 criar a Raríssimas e à Casa dos Marcos, que fica na Moita, que dá apoio a vários doentes.