Patrícia Palhares muda-se com os filhos e recebe elogios no V+ Fama: “Não se encostou a dinheiros”
Depois de uma separação conturbada durante a gravidez, a artista mudou-se para uma nova habitação com os dois filhos. O painel do V+ Fama aplaudiu a coragem de Patrícia, com António Leal e Silva a defender que "ambos os pais devem estar atentos aos filhos" e que o futebolista deve "patrocinar" o bem-estar dos meninos.

O recomeço de Patrícia Palhares após o mediático divórcio de João Palhinha foi um dos temas em destaque no programa V+ Fama.
O apresentador Adriano Silva Martins deu o mote, revelando que a cantora anunciou nas redes sociais que se está a mudar para uma nova casa com os dois filhos, deixando para trás o porto seguro que encontrou junto da família numa fase inicial.
Pedro Capitão foi o primeiro a analisar este “novo começo”, sublinhando que, após a separação, Patrícia foi “pé ante pé, conseguindo reconstituir a sua vida”. O comentador notou que, depois de ter encontrado conforto “na casa dos pais, até tentar aqui encontrar um novo rumo”, a artista “sentiu-se preparada para dar este passo, acabou por pegar nos filhos e recomeçar tudo do zero“. Elogiando o otimismo da cantora, Pedro rematou que “isto pode ser um bom começo”, adaptando o ditado popular para “casa nova, vida nova”.
Leia também: “Novo máximo em Portugal”: 4,6 milhões de portugueses já não passam sem streaming
A conversa rapidamente evoluiu para a questão financeira e para a postura de João Palhinha no processo de divórcio, com Guilherme Castelo Branco a fazer uma análise incisiva sobre o acordo estabelecido entre o ex-casal.
O comentador fez questão de enaltecer que Patrícia “demonstra aqui a autonomia e a independência, que eu acho que é uma coisa muito bonita”, contrastando essa atitude com as decisões do futebolista. “O que eu percebo, em termos racionais, é que o João Palhinha fez de tudo para não ter obrigação legal de pagar um valor muito alto”, atirou, referindo-se implicitamente à polémica pensão de 500 euros.
Leia também: “Deveria ter sido humilde”: V+ Fama arrasa Dudu por recusar 1,6 milhões de euros
No entanto, o comentador argumentou que “a obrigação legal não quer dizer obrigação moral”, sugerindo que a postura independente de Patrícia poderá despertar um novo instinto no jogador do Bayern de Munique: “A Patrícia ao demonstrar que consegue fazer as coisas por ela sozinha, para mim, se eu fosse o João Palhinha, eu agora sentia uma vontade de lhes querer melhorar a vida”. Guilherme justificou que, ao ver que a ex-mulher “não se está a encostar a dinheiros”, o jogador terá “mais confiança” para “dar um boostezinho à vida dos miúdos”, garantindo que as crianças mantenham “o mesmo nível quando estiverem com o pai e quando estiverem com a mãe”.
António Leal e Silva, por sua vez, mostrou uma perspetiva ligeiramente diferente sobre a responsabilidade de cada um no pós-divórcio, embora concordasse com a importância do apoio financeiro paterno. O socialite defendeu que “ela é responsável pela vida dela e pelo cuidado com os filhos, ele é responsável pela vida dele e pelos cuidados dos filhos”, rejeitando a ideia de que Patrícia devesse manter artificialmente um padrão de vida que não o seu. “As pessoas devem viver na sua própria realidade, e eu acho que até é importante para as crianças perceberem isso”, argumentou.
Contudo, António foi claro na sua defesa de que o poder económico de João Palhinha deve ser canalizado para o bem-estar dos menores. “Acho que se o pai pode dar e se o pai pode patrocinar, deve. Eu sou defensor de que os pais devem patrocinar“, afirmou, recebendo o apoio de Adriano Silva Martins, que assegurou que o futebolista, “mesmo morando em Munique, é um homem muito presente na vida” dos filhos e que dificilmente deixará de assumir despesas de relevo, como “uma escola mais cara”.
A rematar, ficou a certeza partilhada por todos de que Patrícia tem feito o seu caminho a pulso, com o apresentador a sublinhar que “a verdade é que a Patrícia encostar-se ao João não se encostou”.