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Pedro Chagas Freitas escreve carta aberta a Diogo: “Podes desaprender a merd* toda que viste”

O comportamento do jogador de futebol continua a gerar reações fora da casa. O escritor assinalou a falta de empatia do nortenho e apelou a que assuma a culpa para fugir ao padrão.

O triângulo amoroso do Secret Story 10 continua a extravasar os limites do jogo e a motivar longas reflexões cá fora.

Depois de dedicar um texto a todas as mulheres que se reviram no sofrimento de Eva, Pedro Chagas Freitas utilizou as redes sociais este sábado para deixar uma mensagem direta a Diogo.

O escritor abordou o comportamento do jogador de futebol e o estigma da masculinidade tóxica, assumindo que ele próprio cresceu com uma visão distorcida do papel do homem e das relações: “Há demasiados homens que se reconheceram em ti. Mas ser homem não é isso. Eu sei-o. Eu também cresci a ver isso normalizado. Pensei que tinha de ser assim. Pensei que ser macho era isso. Mas ser homem não é isso. Não é. Isso não é poder. Não é. É o contrário do poder.”

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O autor recusou crucificar o jovem da Malveira em praça pública, mas exigiu uma avaliação profunda sobre as atitudes que teve dentro do programa, e continua na sua declaração: “Chamam-lhes conquista, natureza masculina. Que patetice. Que cheiro a mofo das desculpas herdadas, transmitidas como se fossem verdades inevitáveis. Tu cresceste, estás a crescer, dentro disso. Eu também cresci. Não te coloco na forca. Acho que te sentes perdido. Não sabes bem quem és. Mas tens de olhar para ti com honestidade. Não é confortável. Tens de ser severo contigo. Tens de ser lúcido contigo, assumir a culpa, melhorar, melhorar sempre. Tens de fugir do padrão.”

O texto encerrou com um forte apelo à mudança comportamental e à reconstrução do caráter do concorrente, e acrescenta um conselho final: “Ainda vais a tempo. Podes aprender. Ao contrário: podes desaprender a merda toda que viste e que pensaste que estava certa, podes ser empático. Ser homem é isso. Como ser mulher é isso. É daí que vem o respeito. O dos outros, claro. Mas sobretudo o teu: respeita-te. Respeita-te.”

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