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Quarteto da 1ª companhia: Inês Simões ‘denúncia’ primeiro grupo “forte”

"vão fazer aqui um grupinho forte" : Inês Simões faz previsões sobre a 1ª companhia

Segundo a comentadora, Inês Simões, haverá uma divisão de forças no quartel: O grupo que se une para mandar e os que “saltam de ninféia em ninféia”.

No quartel da “1.ª Companhia”, a farda pode ser igual para todos, mas as afinidades já traçam linhas de demarcação claras e, entre um “quarteto” de rapazes que promete dominar a caserna e as figuras que lutam para não sobrar na parada, o jogo psicológico começou antes mesmo da primeira instrução pesada.

O “espírito de corpo” é a expressão de ordem, mas a realidade dos primeiros dias na base militar da 1.ª Companhia, revela uma geografia de afetos e estratégias bem distinta. No programa “Diário”, Inês Simões não hesitou em identificar o primeiro bloco de poder no grupo masculino: um eixo formado por Bruno Janeiro, Pedro Barroso, Rodrigo Castelhano e Valter Carvalho.

Acredito que estes quatro acabam por se unir“, vaticinou a comentadora em conversa com Marta Cardoso e para Inês, a ligação foi imediata e visível logo na entrada: “Mesmo quando chegaram à caserna, quando entraram no refeitório, senti dali uma ligação entre eles e acredito que estes quatro acabam por fazer aqui um grupinho forte“. No tabuleiro de xadrez que é qualquer reality show, este tipo de “subgrupo” é, muitas vezes, o que dita o ritmo das nomeações e a harmonia – ou a falta dela – no dormitório.

Contudo, onde há blocos, há também quem fique na periferia. O contraste é feito com figuras como Rui, que já demonstra sinais de desgaste emocional “Hoje já o vi assim um pouco cabisbaixo“, notou Inês Simões, sublinhando a solidão de quem ainda não encontrou o seu “porto de abrigo” entre os recrutas. Como lembrou Marta Cardoso, “as pessoas querem-se com pessoas” e a falta de afinidade imediata pode ser a diferença entre uma “rampa de lançamento” ou um isolamento precoce.

No meio deste campo minado de egos, surgem as “peças soltas” que sobrevivem através do humor ou da neutralidade. Filipe é, para o painel, a grande revelação – nem que seja pelo trauma cómico da disciplina “O Filipe tem sido uma excelente surpresa“, comentou Inês Simões, relatando o pânico do recruta com a ordem militar: “Ele gritava para os restantes colegas: ‘olhem a linha, olhem a linha!’. Nunca mais vai pisar uma linha branca na vida“.

Juntamente com Manuel Melo, Filipe parece adotar a tática do equilíbrio, ou, como descreveu Marta Cardoso, a estratégia de “andar de ninféia em ninféia”, dando-se com toda a gente sem se prender a facções. Para Inês Simões, esta pode ser a jogada de mestre: “Acho que é uma ótima estratégia não começar já ali a criar grupos (…) é fundamental eles trabalharem em equipa“.

Resta saber se, no rigor da vida militar, o “quarteto de ferro” se manterá unido quando o cansaço apertar, ou se os sobreviventes solitários acabarão por ser os últimos a bater a bota na parada.

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