Casados à Primeira VistaSIC

Quinita: Perfil da concorrente “Casados à Primeira Vista”

A história de superação da viúva que transformou o luto em alegria de viver

Aos 39 anos ficou sozinha com duas filhas após um acidente de mota fatal do marido, mas hoje garante: “O meu espírito não tem nada a ver com a minha idade”.

Maria Joaquina Conceição Amaral, ou simplesmente Quinita, como prefere ser chamada desde que começou a namorar, tem 63 anos e vem de Évora e é ajudante de cozinha numa creche. Quinita descreve-se como uma mulher “alérgica a estar em casa”, apaixonada por praia, passeios no campo e, surpreendentemente, por motas e desportos radicais.

Com um sorriso contagiante, a alentejana confessa que o seu espírito é muito mais jovem do que o cartão de cidadão indica. No entanto, por trás da “bejeca” com as amigas e da boa disposição constante, esconde-se uma mulher que teve de aprender a renascer das cinzas muito cedo.

A vida de Quinita mudou drasticamente aos 39 anos quando o ‘marido’, um “bom vivante” e amante incondicional de motas, faleceu num trágico despiste numa curva, deixando-a sozinha com duas filhas pequenas para criar.

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A noiva recorda que, na altura, a parentalidade foi uma jornada solitária e dura, mas a sua força interior não a deixou baixar os braços “A paixão dele acabou com ele. Despistou-se numa curva e faleceu lá na hora. Fiquei um tempo em baixo, mas depois pensei: não, tenho duas filhas, elas dependem de mim e eu não posso estar aqui a chorar pelos cantos por uma coisa que não tem remédio”, desabafou Quinita, revelando a pragmaticidade que a ajudou a seguir em frente.

Para os especialistas do programa, o humor de Quinita é a sua grande “armadura” e foi através da alegria e da recusa em guardar más recordações que a eborense conseguiu dar a volta por cima e ser o exemplo de luta para as suas filhas. Hoje, Quinita recusa o rótulo de pessoa amargurada e entra na experiência da SIC com o coração aberto.

Se é uma armadura, é a minha armadura de sempre. Não trouxe para a minha vida essas más recordações, isso ficou tudo no passado. Sou uma pessoa muito feliz e acredito muito no amor. Há-de haver por aí uma tampa para a minha panela“, afirmou, demonstrando que a esperança é o ingrediente principal da sua receita para a felicidade.

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