Rodrigo Castelhano enterra os realitys da TVI: “Nunca mais!”
O artista que precisa de oito horas de sono descobre que a TVI não rimam com descanso – alfinetada no canal que vende caos como entretenimento "mau demais".
Rodrigo Castelhano, um dos rostos que integrou o elenco do reality show A Primeira Companhia da TVI, recorreu às redes sociais para fazer um balanço contundente da sua participação.
Confrontado por um seguidor sobre a possibilidade de voltar a aventurar-se num formato do género, o manequim não deixou margem para dúvidas e fechou a porta a futuras experiências televisivas deste tipo. A resposta foi curta e grossa, com Rodrigo a garantir que nunca mais entra num reality show, justificando a decisão com um desabafo sincero onde afirmou que “é mau demais”.
Para quem não conhece o perfil do recruta fora do ecrã, esta reação pode parecer surpreendente, mas uma análise à personalidade de Rodrigo Castelhano ajuda a explicar o choque com a dura realidade da caserna.
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O concorrente, que divide a sua vida profissional entre a moda, a música como DJ e a arte de tatuar, define-se como alguém feliz, determinado e disciplinado, mas com uma condição essencial: essas qualidades só aparecem depois de comer. O próprio admite que, sem tomar o pequeno-almoço, o seu humor altera-se drasticamente e “transforma-se num gremlin”, uma característica incompatível com o racionamento alimentar típico destes programas.
A privação de sono foi outro fator crítico que contribuiu para a experiência negativa. Rodrigo Castelhano assume que o descanso é um ponto sagrado na sua rotina e que precisa de, pelo menos, oito horas de sono para funcionar em pleno.
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Na 1.ª Companhia, onde a alvorada acontece de madrugada e o descanso é escasso, o manequim viu-se obrigado a sobreviver com muito menos do que o corpo exigia. Embora fisicamente seja alguém que “dá tudo” nas provas, o DJ reconhece que precisa do seu tempo de recuperação, algo que a dinâmica militar televisiva raramente permite.