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Roger Basile recua e pede advogado em tribunal: “Percebeu que vai precisar de ajuda legal”

Adriano Silva Martins revelou detalhes exclusivos da audiência por videoconferência. Enquanto José Castelo Branco teve direito a um defensor oficioso, o enteado, que pretendia defender-se sozinho, acabou por solicitar apoio jurídico à juíza, pagando do seu bolso.

A guerra pelo apartamento de Nova Iorque continua ao rubro e conheceu ontem novos desenvolvimentos judiciais.

No programa V+ Fama, Adriano Silva Martins revelou que José Castelo Branco participou numa audiência por videoconferência com o objetivo de obter uma ordem que impeça Roger Basile, filho de Betty Grafstein, de aceder ao imóvel.

O caso tem agora duas datas decisivas no calendário: “No próximo dia 24 de março, haverá uma nova audiência para que o processo seja discutido ou as partes possam chegar a acordo. Se não houver acordo, dia 20 de abril, haverá a audiência final”, explicou o apresentador.

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Isabel Figueira recordou o cenário de destruição encontrado pelo socialite no seu regresso a casa para justificar esta medida de proteção. “Quando o José Castelo Branco chegou ao apartamento, o apartamento estava num estado alucinado, miserável, lastimável”, afirmou a comentadora, defendendo que o pedido de restrição é legítimo para que o conde possa ter “algum receio (…) e também por ter um bocadinho de paz no seu canto, que ele tanto gosta e que tanto cuidou”. Pedro Capitão, com a sua habitual ironia, sugeriu uma solução mais radical: “Vá a Nova Iorque, corra aos canis todos (…) Os cães que forem mais agressivos, adote e ponha à porta. Com certeza que ninguém lá vai chegar”.

Um dos pontos mais curiosos da audiência foi a mudança de postura de Roger Basile. Segundo Adriano Silva Martins, o filho de Betty, que inicialmente planeava defender-se sozinho, mostrou insegurança perante a juíza. “Ontem perguntou à juíza se ainda poderia recorrer aos serviços de um advogado. E disseram-lhe que sim, mas que teria que pagar”, contou o jornalista, contrastando com a situação de José, a quem “foi atribuído um advogado” pelo tribunal. Para o painel, isto indica que Roger percebeu a gravidade da situação: “Talvez o Roger aqui a perceber que se calhar vai precisar de ajuda legal para resolver”.

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António Leal e Silva aproveitou o momento para fazer uma defesa emocionada da resiliência de José Castelo Branco, destacando o seu “enorme poder de encaixe” face à adversidade e à opinião pública. “É fácil perseguir, é fácil julgar, é fácil criticar (…) mas era bom as pessoas por vezes colocarem-se no lugar dos outros e saberem o que é viver e ser perseguido durante tanto tempo”, desabafou. O comentador acredita, no entanto, que o conflito com Roger está perto do fim, pois o enteado já terá esgotado a sua vingança: “O Roger Basile certamente não irá criar, é a minha opinião, não vai criar ali grandes problemas (…) Eu acho que tudo o que ele queria fazer já fez”.

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