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Romana tenta justificar arrogância de Rui Freitas após raspanete: “É um mecanismo de defesa”

O Comandante Moutinho deixou uma farpa sobre a falta de espírito de equipa, mas Romana acredita que Rui não faz por mal. A cantora defende que o concorrente se sente "perdido" e usa a agressividade para proteger a sua fragilidade.

O Extra da 1.ª Companhia desta madrugada analisou as consequências da desastrosa prova de topografia, que valeu um sério “puxão de orelhas” do Comandante Moutinho aos recrutas.

O líder da base não poupou nas críticas à falta de coesão do grupo, deixando uma farpa direta a Rui Freitas. Marta Cardoso questionou o painel se o concorrente teria realmente “encaixado” a mensagem, gerando um debate sobre a personalidade complexa do participante.

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Romana foi a primeira a tentar descodificar o comportamento de Rui, sugerindo que a sua aparente arrogância pode esconder insegurança: “Eu sinto que ele ficou perdido à procura exatamente de uma razão específica. Ele andou à procura de ‘o que é que eu disse de tão grave?’. Eu acho que ele não consegue ter essa noção, às vezes. É muito dele, é muito próprio dele o fazer. Pode ser um mecanismo de defesa, a frustração de não se sentir ouvido. Se calhar ele reage daquela maneira, é a forma dele comunicar, é para se proteger de alguma coisa que o deixa um bocadinho mais frágil.”

Marta Gil, por sua vez, foi implacável na análise à forma como Rui comunicou, considerando que a razão técnica não justifica a falta de humildade. A atriz sublinhou que o tom de voz dita tudo num trabalho de grupo: “Também tenho a sensatez de dizer que ele poderia ter dito isto de outra forma, porque a forma como nós dizemos as coisas muda tudo. Ele disse aquilo do alto do seu pedestal. A equipa tem de olhar e perceber quem é que percebe mais disto. Outra coisa era dizer: ‘mas eu acho que nós podíamos ter olhado, ter debatido e perceber que se calhar eu percebi um bocadinho mais disto do que vocês’. A forma de nós dizermos a mesma coisa muda tudo. E eu acho que é aqui que o erro é imenso e é por causa disto que a situação extravasou da forma que extravasou.”

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No entanto, a leitura mais surpreendente veio de Adriano Silva Martins, o comentador utilizou uma analogia com a “guerra dos Beckham” para explicar como este conflito acabou por beneficiar, ironicamente, a concorrente Noélia Pereira: “Isto fez-me lembrar a guerra dos Beckham. Porquê? Porque aconteça o que acontecer, a Victoria Beckham sai sempre por cima. Sabem quem saiu por cima desta história toda? A Noélia. Porque a Noélia é apontada sempre, desde o primeiro dia, como quem não sabe trabalhar em equipa. O Comandante Moutinho apontou o dedo à Noélia? Não. Portanto, o Rui e a Andrea conseguiram ofuscar o facto de a Noélia não saber trabalhar em equipa. Diz-se que a desgraça de um é a felicidade dos outros. A Noélia, comparada com o Rui e com a Andrea neste momento, é uma super integradora, é a Madre Teresa de Calcutá.”

O painel concluiu que, embora Rui Freitas tivesse um “rasgo” de conhecimento superior na tarefa da carta topográfica, falhou redondamente na gestão humana. Como rematou Adriano Silva Martins: “Temos que ter jogo de cintura, temos que ter sensibilidade para não impor as nossas ideias aos outros, para fazê-los compreender.”

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