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Ronaldo faz ultimato ao clube e falha jogos: “Há sempre uma birra, saiu mal de todo o lado”

No programa de social da TVI, Adriano Silva Martins não poupou críticas à postura do jogador, lembrando o histórico de saídas conturbadas do Manchester, Juventus e Real Madrid. António Leal e Silva avisou que, apesar da fortuna, "há regras para se cumprir".

O ambiente no Al Nassr está ao rubro e o V+ Fama desta noite trouxe detalhes sobre a mais recente polémica a envolver Cristiano Ronaldo, que parece ter entrado em rota de colisão com a estrutura do futebol saudita.

Adriano Silva Martins abriu o segmento com uma revelação bombástica, afirmando: “Atenção, que vem aí drama. Cristiano Ronaldo está em greve geral. Sim, é verdade. O guru capitalista e amigo de Trump parece agora um mestre sindical e decidiu não jogar os próximos jogos do Al Nassr por não estar de acordo com o Fundo de Investimento da Arábia Saudita”.

O apresentador questionou o painel sobre esta “trapalhada”, com Mara Aragão Pinto a admitir que o tema “vai dar ainda pano para mangas”. A comentadora explicou que a revolta do craque português se prende com a gestão do fundo soberano que detém o seu clube, pois “aos olhos dele, beneficia mais aquele que é o maior rival deles, que é o Al Hilal”. Como forma de protesto, Ronaldo “decidiu não jogar o jogo de ontem e ameaça não jogar o jogo de sexta-feira”, uma tomada de posição que Mara considera “quase inédita” no mundo do futebol.

Adriano Silva Martins mostrou-se crítico em relação à postura do jogador, traçando um paralelo com o seu histórico de saídas polémicas. Ainda recordou que, à exceção do Sporting, Ronaldo é alguém que “nunca sai bem dos clubes onde está”, enumerando os casos do Manchester United, Juventus e Real Madrid.

Para Adriano, este comportamento é recorrente: “Há sempre uma birra. E acho que isto é uma birra. E eu não gosto de birras, porque se te pagam é para trabalhares. E se não resolves, vais-te embora”.

António Leal e Silva dá uma perspetiva diferente, focada na liberdade que a independência financeira confere ao atleta. O socialite argumentou que “quando tu não precisas de jogar para nada, e tens a tua vida organizadíssima até morrer ao fim, tu dizes o que queres, fazes o que queres, porque supostamente não precisas de ninguém”. No entanto, António alertou que “num mundo do futebol há regras e as regras são para se cumprirem”, e diz que, embora a fortuna de Ronaldo esteja garantida “para os bisnetos”, ele pode sofrer consequências disciplinares.

A discussão evoluiu para o possível impacto desta afronta num país com leis e costumes tão específicos como a Arábia Saudita. Adriano Silva Martins levantou a hipótese de suspensões ou multas, questionando se a continuidade da família Aveiro no país poderia estar em risco. António Leal e Silva admitiu que o desfecho “vai ter muito a ver com os próximos acontecimentos” e com a reação da Federação de Futebol local, lembrando que aquele “é um país muito sui generis, porque tem muito a ver com o poder”.

Mara Aragão Pinto concordou, notando que “se fosse num clube europeu, isto estaria a dar muito mais de falar”, mas que o controlo mediático na Arábia Saudita tem abafado o escândalo. A comentadora sublinhou que, até ao momento, “são só poucas coisas sobre este caso”, o que indica uma gestão cautelosa da informação por parte das autoridades sauditas.

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