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Rui Freitas critica falta de brio dos colegas na reta final: “É um presente envenenado”

Eleito novamente Recruta da Semana, Rui Freitas confessou a Maria Botelho Moniz que liderar o grupo nesta fase é um fardo. O concorrente mostrou-se frustrado por, na sétima semana, ainda ter de lembrar os camaradas de regras básicas como engraxar botas ou ajeitar colarinhos.

Rui Freitas, recentemente reeleito pelos camaradas como Recruta da Semana, esteve à conversa com Maria Botelho Moniz no Especial da 1.ª Companhia desta noite, 10 de fevereiro, e não escondeu o desgaste que sente com a liderança.

Confrontado pela apresentadora sobre se esta distinção seria um “presentinho envenenado”, o concorrente foi perentório: “É um bocadinho. É um bocadinho porque isto, como eu costumo dizer, às vezes é algo com dois bicos”.

A frustração de Rui prende-se com a falta de autonomia do grupo numa fase tão avançada do jogo, “Estamos na sétima semana e (…) ainda é preciso dizer a todos que é preciso ajeitar os colarinhos, que é preciso engraxar as botas (…) Se ninguém consegue ir ao espelho e ajeitar, como é que vamos dizer que é preciso ter a caserna exímia?”, questionou.

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O tema da desorganização da caserna, que valeu uma valente bronca do Comandante Moutinho, também foi abordado. Rui Freitas admitiu que a inspeção ocorreu numa má altura, logo após o treino físico, mas recusou usar isso como desculpa para tudo, “O interior dos baús era um facto que já existia anteriormente, de alguns elementos, isso é um facto”, revelou, criticando o desleixo acumulado de alguns colegas. O recruta fez questão de sublinhar a sua própria consistência, “Eu sempre desde o início tentei ter a minha cama minimamente direitinha (…) desde o início que separei as fardas logo. Porque depois, mesmo quando é preciso trocar e ser rápidos (…) torna as coisas tudo muito mais fácil”.

Apesar da pressão para manter o nível e não defraudar os elogios que tem recebido do Estado-Maior, Rui Freitas garantiu que não vai assumir o papel de vilão contra os seus pares, “Eu não vou entrar em confronto com eles a estar a exigir isso (…) porque eu não me quero chatear com eles”, afirmou, preferindo delegar a parte disciplinar para quem de direito. Quando Maria Botelho Moniz sugeriu que “o comandante e os instrutores chateiam-se por si”, Rui concordou plenamente: “Exatamente, e isso ainda bem”.

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