Rui Freitas nomeia Noélia como “vice” e António Leal e Silva analisa estratégia
O novo Recruta da Semana delegou funções e transformou Noélia na sua "vice", obrigando os colegas a passarem por ela antes de chegarem a ele.
A liderança de Rui Freitas na 1.ª Companhia começou com uma medida de gestão surpreendente que não passou despercebida aos comentadores do Extra.
Marta Cardoso destacou um pormenor curioso das primeiras horas de mandato do músico, revelando que este estabeleceu imediatamente uma cadeia de comando interna para filtrar as solicitações do grupo.
A apresentadora explicou que “logo nas primeiras horas, enquanto Recruta da Semana, o Rui informa os restantes colegas que qualquer necessidade que tenham primeiro falam com a Noélia, depois a Noélia fará uma triagem do que é que de facto é importante e levará para ele”, questionando António Leal e Silva sobre esta espécie de hierarquia onde a algarvia ganha um poder inesperado sobre os restantes camaradas.
António Leal e Silva aprovou a estratégia, ironizando que “a Noélia foi nomeada Vice-Recruta da Semana” e considerando que esta delegação de tarefas revela inteligência por parte de Rui Freitas. Para o comentador, o músico demonstrou ser “um líder que não está para estar a perder tempo com pequenas… com miudezas”, optando por deixar a amiga “tomar conta” das questões menores.
António reforçou que esta aliança é natural, visto que ambos “estão unidos na dor” e “estão unidos até nas nomeações”, partilhando a vontade de manter o ambiente “mais ou menos calmo”. Mesmo quando discordam em detalhes técnicos, como o ritmo das flexões, o comentador sente que “o Rui não se quer chatear”, preferindo focar-se na gestão do grupo.
A análise de António Leal e Silva estendeu-se depois à psicologia do próprio formato, explicando como o ambiente castrense influencia estas dinâmicas de entreajuda e reduz a duração dos conflitos. O socialite sublinhou que “o espírito militar, quem teve na tropa entende o que eu estou a dizer perfeitamente… cria uma solidariedade entre todos os recrutas que é incrível, que é todos por um e um por todos”.
Segundo a sua visão, esta estrutura é desenhada tecnicamente para que “não sobre muito espaço para haver grandes quesilhas”, pois a sobrevivência do grupo depende da união. António concluiu que, tal como na guerra “quando vai um, os outros não podem ficar para trás”, na base da TVI essa interdependência obriga a que os problemas sejam “rapidamente resolvidos”, validando a estratégia de Rui e a coesão que o grupo tem demonstrado.