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Rui Oliveira pondera processar hospital após “inação” que levou à morte do irmão: “Goucha teve de intervir”

Adriano Silva Martins adiantou que o apresentador aguarda o resultado dos exames para avançar para tribunal. O irmão de Rui entrou no hospital a 17 de dezembro com dores abdominais e morreu um mês e meio depois, sem diagnóstico conclusivo.

A morte de Mário Oliveira, irmão do apresentador Rui Oliveira Nunes, continua a levantar ondas de choque e indignação.

Depois do escândalo da troca de corpos no funeral, o programa “V+ Fama” revelou esta quinta-feira novos contornos sobre os dias que antecederam o óbito no Hospital Egas Moniz, admitindo-se agora a hipótese de um processo judicial por negligência médica.

Segundo Cláudia Jacques, Mário Oliveira deu entrada no hospital a 17 de dezembro com fortes dores abdominais. No entanto, durante a primeira semana, a família sentiu uma total inação por parte dos serviços clínicos, tendo a mulher da vítima queixado-se de que “nada havia sido feito”.

Foi perante este cenário que Rui e Manuel Luís Goucha decidiram tomar medidas para perceber porque não se realizavam exames e a gravidade da situação obrigou o apresentador da TVI a usar a sua influência e, segundo a comentadora, “foi por insistência do Manuel Luís Goucha que o hospital acelerou o processo”. Adriano Silva Martins corroborou esta versão, afirmando que “as coisas estavam a ocorrer tão mal que o Manuel Luís Goucha teve que intervir”.

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A intervenção do apresentador gerou um debate aceso em estúdio sobre a permeabilidade do sistema de saúde. Guilherme Castelo Branco, embora compreendendo o desespero da família, criticou o facto de o SNS ceder a pressões, considerando que “não é uma coisa muito bonita de se ver” e alertando que se a cunha viesse de um político seria um escândalo.

Em contraponto, António Leal e Silva foi pragmático, defendendo que o “tratamento privilegiado” é uma realidade transversal e que “se entrar alguém conhecido no hospital, as pessoas têm o cuidado de tratar de uma maneira diferente”, dando como exemplo um caso semelhante com a cantora Ágata.

O desfecho trágico, com Mário Oliveira a falecer cerca de um mês e meio depois sem um diagnóstico conclusivo, deixou muitas perguntas sem resposta.

Cláudia Jacques adiantou que Rui Oliveira está agora à espera do resultado da biópsia para decidir o próximo passo e, “dependendo do resultado, vai tomar essa decisão” de processar a unidade hospitalar. António Leal e Silva, apesar de defender a qualidade clínica do SNS, apontou o dedo à “falta de liderança” e organização nos hospitais, lamentando que muitas vezes não haja responsáveis a quem pedir contas nestas situações limite.

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